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Tecnologia

Desde a Idade da Pedra até às Smart Cities

Outubro 9, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Luís Rosa

Caros Barcelenses, é com enorme satisfação que sou o novo membro da equipa de cronistas que compõe o jornal online Barcelos na Hora. Agradeço, publicamente, ao diretor do jornal, Pedro Soares de Sousa, por me dar esta oportunidade e, desde a primeira “Hora”, mostrar entusiasmo quando lhe propus este novo “espaço”.



Fui formado por uma das melhores academias do país, a Universidade do Minho, em Engenharia Informática. Apesar de exercer a profissão numa empresa multinacional americana, desde 2018 que decidi voltar ao mundo académico e sou doutorando/investigador no Intelligent Systems Lab do Centro ALGORITMI – Universidade do Minho na área das Smart Cities. A minha formação académica e a minha experiência profissional permitem-me abordar temas atuais como Cidades Inteligentes, Inteligência Artificial, Big Data, etc. e naturalmente, lhes darei destaque nos meus artigos.

Como qualquer outra área científica, a tecnologia é um elemento “vivo”, que foi tendo, ao longo da existência da humanidade, diferentes funções e evoluções como algo inacabado. Basta ver desde a Idade da Pedra, da época Medieval, passando pela revolução industrial até à revolução industrial 4.0 (a nossa era) de como a tecnologia e o homem andaram sempre de “mão dada”. Para confecionar os alimentos, começamos a usar o fogo, a partir da utilização de pequenos utensílios, milhares de anos depois, começamos a usar ferramentas sofisticadas para defender os nossos territórios ou comunidades, com a introdução do motor foi possível substituir o homem em trabalhos repetitivos. Chegamos ao ano 2020 e comunicamos por videoconferência com alguém que está noutra zona do globo e, com certeza, a evolução tecnológica não vai parar por aqui. Por esta razão, é fácil imaginar que os artigos em que irei enquadrar os tópicos acima apresentados poderão até estar, à hora da publicação, desatualizados. A tecnologia, sendo um parceiro do homem, tem que estar sempre a ser (re)desenhada na resolução dos problemas que ele enfrenta no dia a dia.

Por outro lado, as cidades estão a tornar-se cada vez mais atrativas, o que leva a um crescimento acelerado da população nas zonas urbanas. Segundo a Organização das Nações Unidas, atualmente, 55% da população mundial vive em áreas urbanas e a expectativa é de que esta proporção aumente para 70% até 2050. Sem dúvida que, gerir as cidades, será cada vez mais desafiante e, paralelamente, obrigará a uma maior democratização da parte delas. Por outras palavras, será conveniente uma maior participação da comunidade na construção de uma cidade sustentável e exige-se às instituições locais (autarquias) uma maior transparência e celeridade na tomada de decisões e na resolução dos problemas dos seus conterrâneos. Desta forma, para que estas duas premissas se cumpram o uso da tecnologia, torna-se útil, falamos, pois, em tornar as nossas cidades inteligentes (em inglês, Smart Cities).

A definição de Smart Cities não é consensual. Num artigo que propõe caminhos de inovação na gestão dos serviços públicos, Jean Hartley considera uma cidade inteligente aquela que liga infraestruturas físicas, infraestruturas sociais e os negócios para alavancar a inteligência coletiva. Por sua vez, o britânico Robert Hollands, professor de sociologia na Universidade de Newcastle, defende que são territórios com alta capacidade de inovação, que se constrói a partir da criatividade da sua população, instituições académicas e boas infraestruturas de comunicação. Porém, a União Europeia estabeleceu uma classificação de Smart Cities através de seis grandes pilares (ver a Figura). Cada pilar agrega um conjunto de indicadores que podem ser usados para medir a inteligência de uma cidade. A partir deles, será possível avaliar o nível de sucesso na transformação para uma Smart City. Os pilares e respetivos indicadores, são: Smart Mobility, Smart People, Smart Economy, Smart Environment, Smart Governance e Smart Living.

  • Smart Mobility – É um dos principais pilares de uma Smart City. Baseia-se no uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) para apoiar e integrar sistemas de transporte e logística de maneira a que a mobilidade se torne mais eficiente e eficaz. Esta plataforma inclui carros, aviões, comboios, bicicletas e até peões. Os seus indicadores são a boa acessibilidade local (nacional e internacional); boas infraestruturas TIC e transportes seguros, inovadores e sustentáveis.
  • Smart People – Pessoas participativas são fundamentais nas cidades. Os cidadãos devem adquirir e-skills, tudo dentro de uma comunidade inclusiva que contribua para a criatividade e a inovação. Além disso, a cidade atingirá bons níveis de inteligência se os seus habitantes forem incentivados a manipular aplicações tecnológicas (por exemplo, personalização dos dados para as tomadas de decisão), ou a criar novos produtos e serviços. Alguns indicadores são a pluralidade social e ética, a criatividade, o nível de formação profissional e a participação cívica.
  • Smart Economy – É a transformação da economia. Os seus principais objetivos são o aumento da produtividade, e-business e/ou e-commerce. Inclui, também, a produção e prestação de serviços com suporte tecnológico, como formas de melhorar a economia usando aplicações rápidas e confiáveis. Os indicadores para analisar este pilar são a produtividade, flexibilidade do mercado de trabalho, o empreendedorismo, o espírito inovador e a capacidade de transformar.
  • Smart Environment – É o pilar mais popular. Refere-se às políticas dirigidas para gerir o ambiente. Visa o incentivo à utilização de energias renováveis, medição, controlo e monitorização da poluição, gestão eficiente dos edifícios e o planeamento urbano verde. Portanto, os seus indicadores são a gestão de recursos sustentável, níveis de poluição, proteção ambiental e a eficiência no uso (reutilização e preservação) de recursos diversos.
  • Smart Governance – É o pilar mais delicado de todos. Apela-se a quem governa a nível local, que seja politicamente cuidadoso e sensível. Além disso, obriga a uma articulação entre diversas entidades a três níveis distintos: com os cidadãos, com governos de outras cidades (dentro da mesma região ou país) e com o governo central. Não menos importante, para uma governação eficiente e eficaz é necessário que as forças vivas da cidade (sector privado, público, civil e organizações nacionais) interajam mutuamente. Esta partilha institucional pode chegar ao nível tecnológico. Boas infraestruturas TIC, hardware e software adequado possibilitam a intensificação das parcerias entre as diferentes entidades. Por exemplo, é do máximo interesse dos cidadãos saberem as zonas onde o tráfego rodoviário é mais intenso e sugerir alternativas que facilitem a deslocação até ao destino. Portanto, é crucial, também, envolver os cidadãos. Os parâmetros que permitem avaliar este pilar são a participação dos cidadãos nas tomadas de decisão, a interação de serviços públicos e privados, uma governação transparente e as estratégias politicas.
  • Smart Living – A tecnologia torna o estilo de vida das pessoas mais confortável. Este pilar tem impacto nos hábitos sociais e afeta o comportamento dos cidadãos, tornando-os mais capacitados. Não menos importante, o feedback dos cidadãos é visto como algo importante para o governo da cidade. Além disso, refere-se também a uma vida segura e saudável, com diversos equipamentos culturais, e incorporando habitação de boa qualidade. Assim sendo, os indicadores que se destacam são a segurança, as condições de saúde, a qualidade de habitação, equipamentos educativos, atrações turísticas e coesão social.

Estes pilares são centrais para que uma cidade seja considerada verdadeiramente uma Smart City. Contudo, nem todas as zonas urbanas apresentam os mesmos recursos devido às suas caraterísticas e prioridades para o cidadão e/ou serviço público. Considera-se, assim, que uma cidade é Smart City mas apenas no respetivo pilar, ou pilares, adotado.

Smart City (Imagem: DR)

Espero que esta introdução às Smart Cities abra o apetite ao leitor sobre os diversos assuntos que irei abordar no futuro. A par disso, farei questão de partilhar projetos que os stakeholders, desde da área pública, privada até a sociedade no geral, desenvolvem para transformar as cidades em espaços mais sustentáveis e inteligentes. Não querendo, já, desvendar o tema do próximo artigo, fique atento à pista, até lá, stay away COVID.

Projetos Smart City interessantes para conhecer:

  • Em Barcelos Mapeamento Artístico e Cultural de Barcelos – O Município de Barcelos está a promover a plataforma “Mapeamento do Setor Artístico-Cultural” que consiste no levantamento da comunidade artística barcelense através de uma plataforma digital de recolha de dados. Caso seja do seu interesse, participe.
  • No Minho – O maior projecto de gestão de estacionamento está em Guimarães – A Câmara Municipal de Guimarães vai usar uma plataforma de gestão inteligente da Ubiwhere, que permitirá o controlo do estacionamento em avenidas e locais públicos, incluindo lugares de estacionamento de superfície. Vale a pena acompanhar este projeto, é aqui ao lado…
  • Em Portugal – Portugal organizou a Smart Cities Tour – Este projeto é desenvolvido pela Associação Portuguesa de Municípios Portugueses e a NOVA Information Management School, com os parceiros do mundo empresarial Altice Portugal, CTT e EDP Distribuição. Estão lançadas as bases para as cidades tornarem-se mais inteligentes.
  • No Mundo – A cidade de Palmerston focada na segurança dos cidadãosEsta cidade australiana usa a tecnologia inteligente para tornar a comunidade mais segura e habitável. Mais uma vez, a tecnologia torna-se um parceiro indispensável.

Por: Luís Rosa* (Membro e Investigador no Synthetic Intelligent Lab do Centro ALGORITMI – Universidade do Minho)

Tecnologia ajudou no resgate dos “javalis” na Tailândia

Julho 29, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Diogo Sendim Lourenço

Além de todo o empenho de uma imensa equipa de militares, polícias, mergulhadores, analistas internacionais e voluntários, o complexo trabalho de resgate contou com a ajuda de uma série de novas tecnologias.



A partir de uma tecnologia de conetividade, a Huawei permitiu que o grupo de jovens presos na gruta de Tham Luang, na Tailândia, pudesse comunicar com as suas famílias. Chamada de eLTE, a solução é de rápida instalação e é ideal para ser usada em locais inalcançáveis por redes de comunicação pública e situações de emergência. Esse sistema inclui estação base, antena e fornecimento de energia próprio, todos pré-configurados para uma instalação rápida e capaz de atender emergências.

A iniciativa voluntária da empresa chinesa Huawei permitiu que os familiares ajudassem, de alguma forma, no processo de resgate do treinador e dos meninos, uma vez que o apoio emocional e a proximidade com a família são essenciais nesse período.

Drones equipados com câmaras termais também ajudaram a detetar possíveis entradas de acesso à gruta que estava alagada. Um robô aquático foi enviado para fornecer informações sobre a profundidade da água e as condições da caverna.

Por: Diogo Sendim Lourenço*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

 

 

TREASURE FUSION lança RESYS, software de gestão de resíduos certificado pela Agência Portuguesa do Ambiente

Abril 21, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A empresa barcelense TREASURE FUSION, da área dos serviços de tecnologia WEB/APP e com filial no Porto, lançou recentemente o RESYS, um software de gestão de resíduos que está certificado pela Agência Portuguesa do Ambiente.



O Barcelos na Hora contactou Luís Durães, responsável pelos projetos da TREASURE FUSION, que acedeu responder, por escrito, a algumas questões que lhe colocámos, não só sobre este projeto, como igualmente sobre a referida empresa.

Fale-nos um pouco da TREASURE FUSION.

Luís Durães – A TREASURE FUSION é uma empresa de Barcelos, que surge com a preocupação de satisfazer todo o tipo de empresas, associações e instituições, no âmbito das Tecnologias, desenvolvimento de aplicações e soluções Web. Desenvolvemos soluções inovadoras e personalizadas para atender às necessidades de clientes, assim como, projetos próprios em áreas específicas, em que o mercado não tem resposta.

Em que consiste, então, o software RESYS?

LD – O RESYS é um dos produtos desenvolvidos pela TREASURE FUSION, um software de Gestão de Resíduos e emissão de e-Gar´s. Atendendo às necessidades legais no domínio do transporte de Resíduos, que se encontra atualmente regulado pela Portaria n.º 145/2017, que oficializa a obrigatoriedade da emissão de e-Gar’s no transporte de resíduos a partir de 26-05-2017. O nosso software encontra-se certificado pela APA (Agência Portuguesa do Ambiente), cumprindo todos os requisitos legais e alterações até ao momento.

E de onde surgiu a ideia?

LD – Este software surgiu das necessidades encontradas no mercado na área da Gestão de Resíduos. Percebemos, após um período de prospeção, que se tratava de uma área em mudança e com pouca oferta. Aí, partimos de imediato para o projeto.

Quais as valências que o diferenciam dos outros e o que ganha quem o utiliza?

LD – Dado que o acesso à plataforma da APA carece de um computador e que a grande maioria dos estabelecimentos não possuem este hardware nas suas instalações, o software RESYS apresenta uma solução que permite estabelecer esta interface de forma rápida segura e eficaz.

Luís Durães

Por outro lado, o RESYS apresenta características diferenciadoras relativamente a outros softwares presentes no mercado, como por exemplo: Emissão e comunicação de e-gar – não havendo necessidade de entrar através de um browser no SILIAMB e submeter um webform; o Sistema comunica diretamente com o SILIAMB; a APP Recolhas – para registo e acompanhamento de Recolhas, notificação de problemas, sugestões e pedidos de informação; Geo- Localização e referenciação – a identificação das coordenadas GPS do cliente através da APP Recolhas; Marketing – a informação revela padrões de consumo e comportamento, auxiliando na tomada de decisão; Solução CRM – são automatizadas tarefas rotineiras, estruturação do relacionamento com o cliente.

Por fim, que perspetivas tem para o futuro do RESYS e, igualmente, da TREASURE FUSION?

LD – As políticas do Ambiente têm vindo, nas últimas décadas, a ganhar relevância a nível Global. A gestão sustentável dos resíduos é uma prioridade para a União Europeia. Em Portugal, com a transposição de diretivas Europeias, essa Gestão e controlo tornou-se também essencial. Nesta perspetiva, assumimos a continuidade deste software no mercado, como software de gestão de resíduos e emissão de e-Gar´s.

Em relação à TREASURE FUSION, neste momento está a desenvolver um novo sistema de informação, também na área da Gestão dos Resíduos. Este novo software surge para otimizar os processos e criar vantagem competitiva aos nossos clientes, assim como aos novos clientes da RESYS.

Agradecemos a Luís Durães pelas respostas esclarecedoras sobre este novo software, que permitirá, certamente, agilizar e otimizar o tempo, a produtividade e colocará na vanguarda as empresas que o utilizem.

Para aceder automaticamente à página do RESYS, basta clicar no link http://resys.pt/ .

Fotos e imagens: LD/TF.

Conselhos para prolongar a vida das baterias

Março 5, 2018 em Atualidade, Concelho, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Diogo Sendim Lourenço

Qualquer pessoa que tenha um smartphone, tablet, laptop ou mesmo um carro elétrico terá as baterias de iões de lítio degradadas ao longo do tempo. Cada vez que carregar e descarregar as baterias, elas perdem um pouco da capacidade de se recarregar. No dia-a-dia, realmente não irá notar, mas após um ano, ou um pouco mais, isso significa menos vida útil para o equipamento.



Como não viciar a bateria?

Todas as baterias viciam. Pode adiar esse momento com alguns cuidados de manutenção simples e tirando da cabeça alguns mitos sobre baterias que ainda persistem nos dias de hoje.

Tirar o telemóvel do carregador antes de terminar vicia?

Dependendo da situação: baterias de iões de lítio precisam ser carregadas várias vezes durante o dia, ao invés de um só carregamento que leve a bateria a 100%. Deve, também, evitar deixar a bateria chegar ao 0%, tentando sempre mantê-la acima de 50%. Tente não deixar a bateria ficar abaixo de 20%, e carregue cerca de 40% da bateria por vez (de 50% para 90% ou 40% para 80%). Evite cargas longas ou poderá prejudicar a vida útil da bateria.

Faça um ciclo completo da bateria mensalmente: isso significa deixar a bateria ir até 0% e carregar até 100%, uma vez por mês.

Deixar o telemóvel a carregar a noite toda vicia?

Não! Assim como não vicia usar o telemóvel enquanto carrega. As baterias são “inteligentes” o suficiente para parar de carregar quando chegam ao seu limite de carga. O único cuidado aqui é deixar o telemóvel num lugar ventilado, para evitar o superaquecimento.

Cuidado com altas temperaturas: as baterias não lidam bem com altas temperaturas. Pode ser o sol, fornos, fogões, o seu bolso num dia de verão. Todas estas situações contribuem para reduzir a vida útil da bateria. Mantenha sempre o seu telemóvel afastado dessas fontes de calor, como no interior de uma bolsa ou mochila feita de materiais isolantes térmicos.

Mexer no telemóvel enquanto carrega é perigoso?

Apenas se estiver a usar um carregador impróprio para o dispositivo, como um carregador de terceiros, falsificado, ou sem a amperagem correta para o smartphone. Isso pode até danificar a bateria permanentemente, ou causar explosões.

Se, mesmo a seguir todos estes conselhos, o desempenho da bateria for muito inferior ao verificado no momento da compra, é possível que ela se tenha deteriorado prematuramente ou que, mais provavelmente, o sistema tenha algum aplicativo ou processo em execução, provocando fuga de carga. Para o segundo caso, o melhor é restaurar totalmente o software e começar a instalar e configurar tudo a partir do zero.

Por: Diogo Sendim Lourenço*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Apple pode apresentar novo iPhone SE ainda este ano!

Fevereiro 24, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Diogo Sendim Lourenço

Que o iPhone SE 2 provavelmente está em desenvolvimento, já não é bem novidade. Afinal, alguns rumores surgiram nos últimos meses indicando que ele está mesmo em desenvolvimento. Agora, informações trazidas pelo site chinês QQ vieram mostrar vários outros detalhes do equipamento, incluindo uma possível data para sua chegada.



Começo por falar do hardware, que de maneira geral, se encaixa bastante no que esperaríamos para o modelo mais modesto da linha: um processador A10, 2 GB RAM e opções de 32 e 128 GB de armazenamento. Para manter os custos baixos, a Apple teria decidido deixar o Face ID de lado em favor do Touch ID. Quanto ao ecrã do equipamento? Bem, é melhor não esperar muitas mudanças, já que ele iria de 4 para 4,2 polegadas.

Não esquecemos, é claro, a tão esperada data para a revelação do masrtphone. O equipamento seria revelado durante a WWDC 2018, que, embora ainda sem data, deve ocorrer lá para meio do ano, seguindo os padrões da companhia. Isso só reforça outros rumores surgidos ainda em 2017, que indicavam um lançamento para o primeiro semestre de 2018.

Infelizmente, como no caso de todos os rumores, é melhor não levar tudo como uma verdade absoluta e tentar ter paciência para informações oficiais.

Por: Diogo Sendim Lourenço.*

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Samsung vai revelar o novo Galaxy S9 no dia 25 de fevereiro

Janeiro 28, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Diogo Sendim Lourenço

Isto não é surpresa para muita gente… Afinal de contas, já era mais do que esperado que a Samsung fosse revelar o seu próximo grande smartphone (o Galaxy S9, é claro) durante a MWC 2018 — diferente do que aconteceu em 2017, quando a empresa coreana decidiu utilizar um espaço separado na agenda do mundo tecnológico para anunciar o S8.



Mas para quem precisa de uma confirmação oficial, aqui está ela. No final desta quarta-feira surgiu a informação: a Samsung vai mesmo mostrar o seu Galaxy S9 (e variante S9+) durante uma conferência de imprensa a ser realizada durante a MWC. De acordo com um convite que a fabricante enviou à imprensa internacional, isso vai acontecer no dia 25 de fevereiro.

Ou seja: estamos muito perto de conhecer todos os detalhes deste novo smartphone. Se os rumores mais recentes se confirmarem, devemos ver opções com 4 GB ou 6 GB de RAM, havendo ainda a variação de processadores: Qualcomm Snapdragon 845 ou Samsung Exynos 9810.

Há ainda a informação de que, sem mudanças no design, o foco deste novo equipamento deve estar na câmara: espera-se que o módulo principal do Galaxy S9 tenha 12 MP com abertura variável de f/2.4 até f/1.5.

Por fim, vale mencionar que são esperados ecrãs Super AMOLED de 5,77’’ para o S9 e de 6,22’’ para o S9+.

Está ansioso para conhecer todos os detalhes? Pois agora você sabe exatamente quando isso vai acontecer.

Por: Diogo Sendim Lourenço*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Imagem: DR.

iMac Pro chega pela “bagatela” de 5.599€

Dezembro 17, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Diogo Sendim Lourenço

Aclamado pela Apple como um dos mais poderosos desktops já lançados em todos os tempos, o iMac Pro chega a Portugal com um preço “gritante”: quem quiser a versão “mais modesta” da máquina terá que desembolsar pelo menos 5.599€; quem optar por uma versão mais “pro”, pode chegar facilmente aos 16.000€.



A máquina terá processadores Intel Xeon de 8, 10 ou 18 núcleos, que poderão ser acelerados até 4,5 GHz e terão até 42 MB de cache. A placa gráfica Radeon Pro Vega vem nas versões de 8 GB ou 16 GB de memória HBM2, com 11 teraflops de precisão única ou 22 de precisão pela metade, com capacidade para suportar vídeos de 5K num display de 27 polegadas.

A memória RAM inicia em 32 GB; pode ser aumentada para 64 GB e 128 GB DDR4, com direito a correção ECC. O armazenamento interno vai de 1 TB, 2 TB e pode ser de até 4 TB SSD, com taxa de transferência de 3 GB/s, o suficiente para enviar e copiar conteúdo denso. A conetividade fica por conta de quatro portas Thunderbolt 3 USB-C e 10 Gb de Ethernet com WiFi 802.11ac.

O “monstro” também inclui uma câmara frontal de 1080p, quatro microfones, altifalantes embutidos e acesso via Bluetooth 4.2.

O iMac Pro ficou disponível para compra na Apple Store online na quinta-feira, 14 de dezembro de 2017. Os primeiros pedidos do modelo de 8 núcleos serão enviados aos clientes a partir de 27 de dezembro, enquanto as configurações personalizadas, que incluem o Xeon de 10 núcleos, serão fornecidos em uma ou duas semanas adicionais. As encomendas para modelos de 14 e 18 núcleos têm tempos de envio iniciais de 6 a 8 semanas, de modo que essas máquinas não estarão nas mãos dos clientes até janeiro de 2018.

As máquinas do iMac Pro estarão disponíveis nas lojas físicas da Apple até 20 de dezembro.

A Apple provavelmente terá a base iMac Pro disponível para compra e talvez algumas configurações personalizadas recomendadas, mas outras atualizações precisarão de ser obtidas através de um pedido online.

Por: Diogo Sendim Lourenço*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do/a autor/a)

Vais querer ter este conceito de Mac Mini com Touch Bar

Novembro 25, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Diogo Sendim Lourenço

O Mac Mini pode estar desaparecido há uns tempos do mercado, mas isso não quer dizer que algumas pessoas não se perguntem como seria ver uma nova versão do computador. Um bom exemplo disso veio com um conceito feito por um estudante de design industrial chamado Louis Berger, que propôs um computador tão pequeno que muitos confundiriam com uma simples caixa de som, mas que, a uma olhadela mais atenta, pode mostrar-se o sonho de muitos fãs da Apple.



Com o curioso nome de Taptop Computer, o aparelho já chama a atenção pelo seu design cilíndrico, que é ainda mais compacto do que os seus antecessores. Diferente dos Mac Minis comuns, que eram feitos para ficarem praticamente escondidos na tua secretária, a ideia aqui é ficar bem à frente do teclado.

Obviamente, isto não é só uma questão de estética: o computador também adicionou uma combinação de Dock e Touch Bar para que utilizes as suas principais opções e navegues pelos principais programas com poucos toques. O resultado é simplesmente de tirar o fôlego, não há como negar.

Infelizmente, visto que não há grandes sinais relacionados com o computador há algum tempo, é melhor não ter esperanças em ver um regresso triunfal do Mac Mini por enquanto – quem dirá então com um design tão arrojado quanto este.

Nestas horas, só podemos cruzar os dedos e desejar algo mais.

Por: Diogo Sendim Lourenço*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do/a autor/a)

Pré-venda do iPhone X esgotada, alta procura ou baixa produção?

Outubro 29, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Diogo Sendim Lourenço

A pré-venda do iPhone X acabou de começar e…bem, se estás a ler isto,  fica a saber que já é tarde demais para tentar reservar o teu iPhone X há algum tempo – pelo menos para o lançamento.



Isto porque, embora a pré-venda ainda esteja aberta para o público em 55 países diferentes, aqueles que tentarem conseguir uma unidade do dispositivo terão que esperar para depois de 3 de novembro — ou seja, para depois do lançamento do smartphone em si. Obviamente, a Apple nunca iria revelar quantas unidades estavam disponíveis, mas o prazo para a entrega já deixa claro que as unidades em stock para o lançamento foram esgotadas.

Para piorar, o tempo de espera previsto já atingiu números absurdos: em apenas duas horas depois da pré-venda começar, o prazo para a chegada dos aparelhos foi para 5 a 6 semanas, nos EUA, segundo o BGR. E parece que o mesmo está a acontecer no resto do mundo.

Alta expectativa, baixa disponibilidade!

Se isso se deve à enorme expectativa do público para o poderoso e inovador aparelho? Certamente – afinal, como muitos esperavam pelas fracas vendas do iPhone 8, o público preferiu esperar algumas semanas para ter acesso ao modelo mais poderoso. Tudo isto, no entanto, reforça os rumores dos problemas de produção do iPhone X, que resultou numa disponibilidade de poucas unidades nas primeiras semanas do smartphone nas lojas.

A boa notícia, por fim, é que a Apple pelo menos garantiu que todas as suas lojas terão unidades do iPhone X em stock no dia 3 de novembro. Mas também recomenda que os interessados cheguem cedo às lojas para conseguirem adquirir o dispositivo – o que indica uma disponibilidade um tanto limitada.

Por: Diogo Sendim Lourenço*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do/a autor/a)

Samsung Note 8 está a chegar!

Setembro 2, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora

Diogo Sendim Lourenço

A Samsung lançou, finalmente, um novo dispositivo da série Galaxy Note. Muita gente achou que a linha estava condenada após o fracasso comercial do Note 7, mas isso está longe de acontecer na realidade. Com o Note 8, a empresa líder do mercado está a tentar recuperar a confiança dos usuários de produtos grandes, os chamados phablets. Aparentemente, a empresa está na direção certa com o novo smartphone.



O Galaxy Note 8 chegará ao mercado em meados de setembro. Na Europa, os clientes que comprarem o dispositivo no lançamento levarão para a casa a dock DeX gratuitamente, que transforma o smartphone num PC. Outra característica interessante é que o Note 8 chega numa versão dual-SIM, pouco comum em alguns mercados.

As cores disponíveis são: Midnight Black, Maple Gold, o novo Deep Sea Blue e Orchid Gray. A disponibilidade do produto, das cores e acessórios dependerá de cada mercado.

Se já estás familiarizado com o visual dos Galaxy S8, então não irás estranhar o Note 8 e a sua construção. O visual característico da série está presente no dispositivo. Isso é algo positivo, pois temos a superfície frontal com bordas curvas e o formato de ecrã infinito que o tornam bastante elegante. O modelo tem espessura de 8,6 milímetros e pesa 195 gramas, que é um peso notável durante o seu manuseio.

Os botões do Note 8 estão posicionados no mesmo lugar do Galaxy S8. Não há um botão físico de home na parte frontal, visto que o sensor biométrico está na traseira e o scanner de íris está à direita do flash de LED. Assim como nos S8, a posição escolhida pela Samsung para a biometria é questionável tendo em vista que o Note 8 é um aparelho ligeiramente maior.

Em relação à segurança, o Galaxy Note 8 vem equipado com vários mecanismos de proteção. O mais seguro, segundo o fabricante, é o scanner de íris, seguido do desbloqueio facial, que captura o rosto do usuário com a ajuda da câmara frontal. A terceira solução é o sensor biométrico, que está um pouco desconfortável no lugar onde está posicionado.

A Samsung entrega o Note 8 com Android 7.1 e, obviamente, o modelo deve receber o Android 8.0 Oreo a qualquer momento, mesmo que isso aconteça no próximo ano. Sobre o Android, a interface do fabricante está mais conservadora, eficiente e com recursos consistentes.

A bateria do Note 8 não impressiona, mas pelo menos temos a confirmação de que foi projetada num tamanho compatível com o dispositivo e aprovada em testes internos de segurança. São 3.300mAh, cerca de 200 mAh a menos que o Galaxy S8+. É válido ressaltar que temos uma bateria maior em comparação com o S8+ e ainda um espaço extra no hardware que é o compartimento da S Pen. Carregamentos rápidos da bateria com ou sem fios estão presentes.

A marca não está a inovar ou a arriscar muito com este lançamento, mas esta cautela é compreensível devido aos problemas do modelo anterior.

Por: Diogo Sendim Lourenço*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do/a autor/a)

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