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Turismo

DECO lança “Guia de Turismo e Lazer em tempos da pandemia COVID-19”

Agosto 2, 2021 em Atualidade, Concelho, Turismo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A DECO acaba de lançar o “Guia de Turismo e Lazer em tempos da pandemia COVID-19”, edição online para 2021, que reúne informação e conselhos para os consumidores turistas.

Esta publicação apresenta informações sobre diferentes áreas: Certificado Digital Covid-19 da UE; Transporte Aéreo; Alojamento Local; Reservas em Hotéis, Parques de Campismo e Caravanismo; Praias e Piscinas; Restauração; IVAucher; Espetáculos e Festivais; Cinemas, Teatros e Ginásios.

Cada capítulo pretende responder às principais dúvidas dos consumidores e conta ainda com conselhos da DECO para umas férias e regresso ao lazer mais seguros e informados!

Veja o guia completo disponível aqui

Foto:@rresenden

Esposende lança Roteiro do Património Cultural e Religioso para promover o concelho

Maio 27, 2021 em Atualidade, Concelho, Turismo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A Câmara de Esposende lançou o Roteiro do Património Cultural e Religioso que pretende promover o concelho como “destino turístico de referência e de excelência esbatendo a sazonalidade”, divulgou a autarquia.

Em comunicado enviado, refere que a nova rota cultural, que tem uma extensão de mais de 70 quilómetros, destaca-se pela “abrangência antropológica de um património que faz parte da herança que não configura apenas a arte visível”, trazendo “um património imaterial”.

O novo roteiro divulga todo o território, nomeadamente o interior, propondo uma visita livre, orientada para a descoberta do património religioso, num percurso devidamente identificado com sinalética e informação adequadas.

“É uma obrigação do município preservar o património. Este projeto da Rede de Museus de Esposende que pretende contribuir para a afirmação cultural e divulgação do potencial turístico de um concelho que assenta a sua ação em dois pilares fundamentais: cultura e ambiente”, refere o presidente da Câmara de Esposende, Benjamim Pereira.

Citado no comunicado, o autarca afirma ainda que Esposende é “uma comunidade que sabe preservar o seu passado e projetar o seu futuro”.

O roteiro conta também com uma exposição que se desenrola por temáticas patrimoniais, estando as igrejas e capelas, que são o principal edificado patrimonial, distribuídas na Sala dos Azulejos.

Esta rota pode ser “rapidamente visitada” de automóvel, com recurso a suportes como o mapa de visita ao Roteiro, editado também em forma virtual em português, inglês, francês e espanhol e ao qual pode aceder-se através de ‘QR-Code’.

O inventário que serviu de apoio a este roteiro reúne mais de 100 motivos de interesse, mas para o itinerário foram selecionados 34 espaços de visita, cada um identificado com sinalética adequada: uma placa legenda bilingue, onde constam os atributos e o valor das funções públicas e privadas de cada um, assinalando o valor do conjunto a que pertencem, cobrindo o território das 15 paróquias.

A entrada é gratuita, mas condicionada a visitantes individuais ou pequenos grupos familiares, e exige o uso de máscara social por causa da pandemia de covid-19.

Fonte: Lusa

Minho incluído nas 12 novas rotas turísticas por jardins históricos

Maio 12, 2021 em Atualidade, Minho, Turismo Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Norte e Centro de Portugal oferecem a partir de hoje 12 ‘Garden Experiences’ (Experiências em Jardins), um novo produto turístico que junta “29 jardins históricos” e ajuda a promover o território em segurança em tempos de pandemia.

A Mata de Vale Abraão, Casa de Mateus, Vidago e Parque das Pedras Salgadas, no distrito de Vila Real, Casa do Campo, em Celorico de Basto, Mosteiro de Tibães, em Braga, Quinta da Aveleda, em Penafiel (distrito do Porto),os jardins botânicos do Porto e de Coimbra, a Quinta das Lágrimas, em Coimbra, a Mata do Buçaco, distrito de Aveiro, ou o Parque da Penha, no distrito de Braga, são alguns dos jardins históricos incluídos nas 12 rotas turísticas que já estão disponíveis e a ser comercializadas, anunciaram hoje os responsáveis pela Associação dos Jardins Históricos de Portugal, durante a conferência de imprensa para apresentação das 12 ‘Garden Experiences’, que decorreu no Museu Soares dos Reis, no Porto.

“Os jardins são um turismo ambiental, um turismo seguro e não de massas. Os jardins são uma das áreas do turismo que se pode abrir em segurança [em tempos de pandemia]”, disse Manuel Sousa, arquiteto e especialista em jardins históricos em Portugal, durante a conferência de imprensa da Associação dos Jardins Históricos de Portugal.

Manuel Sousa assumiu que foi difícil criar um produto turístico de raiz, mas sublinhou que o objetivo futuro é “crescer com mais experiências e continuar a desenvolver este produto para o resto de Portugal Continental e arquipélagos dos Açores e da Madeira, bem como internacionalizar o produto”.

“Foi um esforço para transformar este produto [jardins históricos portugueses] num produto turístico com uma nova dinâmica. Foi um levantamento no terreno, a falar com os proprietários, caracterizar (…). Foi necessário criar um produto vendável para os turistas”, explicou.

Os ‘packs’ foram concebidos de forma diversificada, com durações diferentes, em modo flexível, pois fica ao critério do visitante adicionar mais tempo ou mais lugares à sua experiência.

Os ‘packs’ incluem visitas guiadas pelos próprios proprietários ou seus representantes, mas se o visitante quiser explorar por si tem também sugestões para visitar novos lugares ou revisitá-los agora num contexto novo”, refere Teresa Andresen, numa nota entregue aos jornalistas durante a conferência de imprensa.

Associadas a estas propostas turísticas estão duas agências de viagens – Club Tour e Travel Tailors – que estão a comercializar o produto e podem ajudar os visitantes a realizar as reservas, bem como dar dicas de onde comer ou ficar alojado.

A Associação de Jardins Históricos de Portugal, criada em 2003, tem atualmente mais de 200 associados, que são proprietários de alguns dos mais notáveis jardins em Portugal.

Fonte: Lusa

Foto:@hellothrive|unsplash

Exportações e turismo interno seguram economia do Norte

Janeiro 19, 2021 em Atualidade, Economia, Mundo, Turismo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A balança comercial de bens do Norte atingiu um excedente de 1.4 mil milhões de Euros no 3.º trimestre de 2020, um valor superior em 14,0 por cento ao do período homólogo de 2019. É necessário recuar até ao 1.º trimestre de 2018 para se observar um saldo mais elevado na Região.

O excedente resultou do valor das exportações de bens do Norte ter recuperado para 5.4 mil milhões de Euros no 3.º trimestre de 2020, um valor ligeiramente inferior ao do trimestre homólogo do ano anterior (3,3 por cento).

Os dados são destaque do relatório trimestral NORTE CONJUNTURA

NORTE REGISTA AUMENTO NAS DORMIDAS DOS RESIDENTES. VALOR EQUIPARADO AO PERÍODO HOMÓLOGO DE 2019.

Em contrapartida, a taxa de desemprego do Norte aumentou para 7,9 por cento no 3.º trimestre de 2020. Na população jovem (15 aos 24 anos) a taxa de desemprego subiu de forma mais acentuada, para 24,3 por cento. Contudo, é de salientar o aumento do emprego nos trabalhadores com contrato sem termo (+2,6 por cento), nos adultos a partir dos 45 anos (+4,0 por cento), nos trabalhadores com o ensino superior (+10,0 por cento) e nos especialistas das atividades intelectuais e científicas (+23,2 por cento).

Os indicadores do NORTE CONJUNTURA revelam uma diminuição em 68 por cento de dormidas de não residentes (em Portugal), mas em contraponto regista o aumento das dormidas dos residentes nos estabelecimentos turísticos do Norte. Os dados revelam uma recuperação significativa em agosto para um valor praticamente igual ao do período homólogo de 2019.

O NORTE CONJUNTURA, relatório trimestral que apresenta as tendências da evolução económica na Região, no curto prazo, está disponível on-line em www.ccdr-n.pt/norte-conjuntura.

Fonte|Foto: CCDRN

O Turismo do Minho exige apoios urgentes e específicos a um setor que atravessa uma dura realidade de sobrevivência

Dezembro 13, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A APROTURM – Associação dos Profissionais de Turismo do Minho, realizou em novembro um inquérito ao impacto da COVID-19 nas empresas turísticas Minhotas pós verão.

Este inquérito demonstra uma realidade setorial dura, destaca a capacidade de resiliência e persistência dos empresários turísticos Minhotos na luta pela manutenção das suas empresas e postos de trabalho, expressando a confiança de que a retoma da “normalidade” turística possa acontecer nos próximos 12 meses.

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▪ Entre junho e setembro de 2020, 9 em cada 10 empresas mantiveram o normal funcionamento e indicaram quebras de faturação superiores a 80% relativamente ao período homólogo;

▪ 6 em cada 10 empresas não demonstram liquidez financeira de curto prazo e 1/3 destas pondera a extinção definitiva da empresa até final de 2020, colocando em risco, no mínimo, 127 postos de trabalho;

▪ 6 em cada 10 empresas recorreram a apoios financeiros no âmbito da COVID-19, contudo 4 em cada 5 empresários consideram os apoios financeiros existentes inadequados;

Os empresários reclamam apoios como:

  • empréstimos a fundo perdido;
  • isenções fiscais;
  • redução ou isenção temporária da TSU;
  • apoio às rendas;
  • alojamento temporário de idosos residentes em lares;
  • apoio à digitalização das empresas;
  • apoio a sócios gerentes;
  • isenção dos pagamentos por conta.
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Para mais informações, visite www.aproturm.com.

Imagem: MB

Fonte: APROTURM

Ancoradouros instalados nas margens do Rio Cávado

Novembro 2, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Economia, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

Estão a ser instalados ancoradouros nas margens do Rio Cávado, no âmbito do projeto de valorização e qualificação das infraestruturas de apoio ao turismo de natureza e às atividades de desporto de rio, constituídas por cais de embarque.



O projeto inclui a instalação destes cais em Mariz, Medros, Quinta do Brigadeiro, Frente Ribeirinha de Barcelos, Areias de Vilar e Areias S. Vicente, permitindo melhores acessos ao leito do Rio e criando melhores condições para a prática de atividades desportivas náuticas e de lazer, como a canoagem e a pesca.

“Esta obra representa uma oportunidade de reforço de identidade relacionada com o local e a sua história e com a procura da população. Os cais estarão bem localizados a nível de infraestruturas de acesso”, salienta o Município em nota.

A obra de instalação dos ancoradouros tem um custo de 153.472,10€ e encontra-se na sua fase final com a instalação destas estruturas pré-construídas. É comparticipada pelo PROVERE Minho Inovação do programa Norte 2020, em 73.857,62€.

Fonte e foto: CMB.

Fins de semana gastronómicos de Barcelos voltam com o Bacalhau

Setembro 9, 2020 em Atualidade, Concelho, Cultura, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Conheça a lista de restaurantes participantes

O “Fim de Semana do Bacalhau” está de volta para mais uma edição, entre os dias 18 e 20 de setembro. A edição de 2020 conta com a participação de 42 unidades de restauração barcelenses que possuem um posicionamento forte na região e algumas receitas diferenciadoras.



O bacalhau é uma das iguarias mais afamadas da Cozinha Tradicional Portuguesa, e serão dezenas as interpretações e receitas que irão preencher as ementas das unidades de restauração local, desde o “bacalhau à lavrador”, passando pelo “bacalhau com broa”, na brasa, assado no forno, gratinado, na caçarola, com natas, até ao bacalhau recheado.

Com o “Fim de Semana do Bacalhau”, “o Município de Barcelos retoma a dinâmica promocional ligada às atividades gastronómicas com o intuito de atrair mais clientes aos nossos estabelecimentos”, refere em nota.

Restaurantes Participantes:

Abel Martins (Várzea), Ávila (Vila Seca), Babette (Barcelos), Bagoeira (Barcelos), Belchior (Campo), Belo Horizonte (Rio Côvo Santa Eulália), Bom Gosto (Arcozelo), Cantinho d’ Armanda (Silva), Casa dos Arcos (Barcelos), Casa do Eduardo (Milhazes), Casa Lourenço (Areias S. Vicente), Casa Sêmea (Arcozelo), Chuva (Barcelinhos), Cozinha Regional de Barcelos (Várzea), Dom Carlos (Silva), Duque (Barcelos), Forninho (Lijó), Furna (Barcelos), Galliano (Barcelos), Fina Mesa (Grimancelos), Manjar das Estrelas (Várzea), Maria de Medros (Barcelinhos), Mélinha (Viatodos), Muralha (Barcelos), Oliveira (Barcelos), Os Mouros (Arcozelo), Pedra Furada (Pedra Furada), Restaurante Pérola (Barcelos), Restaurante 2000 (Tamel S. Pedro Fins), Rústico (Mariz), Sonho do Cávado (Manhente), Solar das Fontes (Várzea), Taberninha O Chico (Perelhal), Taberna do Armindo (Remelhe), Taberna “O Manhoso” (Tamel S. Veríssimo), Taberna Lopes (Gilmonde), Tasquinha do Careca (Perelhal), Terra Negra (Negreiros), Terraço dos Petiscos (Vila Boa), Três Marias (Barcelos), Tropical ( Várzea) e Vera Cruz (Barcelos).

Fonte e imagem: CMB.

APROTURM revela contributos para o Plano de Sustentabilidade do Turismo 2020-2023

Setembro 7, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A APROTURM – Associação dos Profissionais de Turismo do Minho foi solicitada a dar o seu contributo para o Plano de Sustentabilidade do Turismo 2020-2023, no passado dia 26 de agosto, tendo entendido criar três grupos de trabalho que se focaram nos Eixos II, III e IV, por considerar que poderá, enquanto Associação de Profissionais de Turismo, contribuir para que o turismo em Portugal continue a ser um fator de desenvolvimento sustentável e capaz de cumprir o objetivo de alavancar o país para cumprir o desígnio de ser o “Melhor e Mais Qualificado Destino Turístico do Mundo”.



Assim, nas áreas do Empreendedorismo, Inovação e Sustentabilidade, a Associação apresentou a proposta “Eco-inclusive tourism incubationDriving towards green and inclusive entrepreneurship in tourism” (Incubação empresarial de qualificação para um turismo inclusivo e sustentável).

A APROTURM, no âmbito do EIXO I – Estruturar uma oferta cada vez mais sustentável, propõe-se desenvolver no âmbito da Medida – Empreendedorismo, Inovação e Sustentabilidade o Eco-inclusive tourism incubation – Driving towards green and inclusive entrepreneurship in tourism – Incubação empresarial de qualificação para um turismo inclusivo e sustentável, para desenvolver “dinâmicas de âmbito regional que promovam e captem investimentos, empresas e empreendedores para a região do Minho, assentes em boas práticas ambientais e em projetos turísticos inclusivos que valorizem a comunidade e os produtos locais de territórios de baixa densidade e economicamente desfavorecidos. O desenvolvimento de um viveiro empresarial que pretende dinamizar o espírito de empreendedorismo na comunidade e nos territórios, de forma enraizada e prolongada no tempo, criando mentalidades criativas e inovadoras que permitam uma melhor adaptação às mudanças que vamos experienciando enquanto sociedade e aos desafios do setor do turismo e que permita, também, uma maior capacidade e estímulo à criação de emprego sustentável tanto nos jovens, adultos ou pessoas em situação de desemprego”.

Este projeto tem como principais objetivos (citando):

  • Incrementar o emprego e facilitar a dinamização de uma rede estrutural de apoio empresarial e empreendedor, particularmente junto dos jovens, desempregados e desfavorecidos;
  • Facilitar o acesso a instrumentos de apoio e informação à criação de empresas, estimulando a identificação e a criação de novas iniciativas empresariais para o território;
  • Acompanhamento e incubação das novas ideias e empresas em todas as fases de negócio;
  • Fornecimento de ferramentas a empresas e empreendedores para apoio à gestão, inovação, digitalização ou internacionalização dos seus negócios;
  • Reforço das competências de gestão e inovação empresarial dos jovens e dos empreendedores, estimulando o surgimento de novas ideias que encarem o território que os envolve como um conjunto de oportunidades inexploradas;
  • Facilitar o processo de entrada dos recursos humanos qualificados no setor do turismo que se viram em situação de desemprego derivado da conjuntura económica e pandémica atual;
  • Criação de “alvéolos” locais de empreendedorismo situados em escolas e/ou centros interpretativos não utilizados, permitindo a recuperação e o (re)aproveitamento de património cultural e histórico existente para a dinamização de emprego e empresas locais;
  • Fomento de projetos de dinamização empresarial assentes em boas práticas ambientais que permitam uma maior eficiência ambiental e sustentabilidade da atividade turística bem como em impactos positivos nas comunidades em que se inserem.

Uma segunda proposta apresentada é sobre Green skills for tourism – Qualifying human resources to the challenges and trends of the tourism sector (Qualificação de recursos humanos direcionados para os desafios do setor do turismo).

Ainda no EIXO I – Estruturar uma oferta cada vez mais sustentável, esta associação propõe-se desenvolver, no âmbito da Medida – Empreendedorismo, Inovação e Sustentabilidade, o Green skills for tourism – Qualifying human resources to the challenges and trends of the tourism sectorQualificação de recursos humanos direcionados para os desafios do setor do turismo, para desenvolver “ações de âmbito regional que facultem a possibilidade aos estudantes, trabalhadores e futuros trabalhadores da área do turismo, do desenvolvimento de competências específicas que lhes permitam um maior sucesso no processo transitório para o mercado de trabalho e uma maior preocupação ambiental no desenvolvimento das suas atividades laborais. Consiste no desenvolvimento de ações de formação de curta duração que respondam especificamente à resolução de problemas identificados pelas empresas, através da partilha de situações práticas e problemas reais do seu dia a dia, garantindo soluções eficientes baseadas na inovação e criatividade que permitam a (re) qualificação e o desenvolvimento de competências assentes na sustentabilidade ambiental dos profissionais ou futuros trabalhadores do setor do turismo e, ao mesmo tempo, uma melhor resposta aos desafios que se colocam às empresas”.

Este projeto tem como principais objetivos (citando):

  • Qualificar o emprego no setor do turismo;
  • Responder aos desafios ambientais e sustentáveis que se colocam ao setor;
  • Promover boas práticas ambientais;
  • Aproximar o tecido empresarial ao mercado de trabalho;
  • Resolver problemas práticos com base na inovação e criatividade;
  • Fomentar projetos empresariais assentes em boas práticas ambientais que permitam uma maior eficiência ambiental e sustentabilidade da atividade turística.

Como terceira proposta, a APROTURM apresentou Portuguese Festivals R 4 all – Plataforma inclusiva, com o objetivo de “proporcionar uma experiência inclusiva e integrada com o programa ‘All for All’, criado pelo Governo, o Portuguese Festivals R 4 All integra a capacitação da oferta, a promoção de Portugal como destino para todos, ações de formação e sensibilização e o reconhecimento internacional, nomeadamente, através de parcerias e a captação de operadores.

Estimava-se que os turistas com necessidades específicas representassem 862 milhões de viagens na Europa em 2020. (Fonte: Turismo de Portugal)

A APROTURM, no âmbito do EIXO I – Estruturar uma oferta cada vez mais sustentável, propõe-se desenvolver, no âmbito da Medida – Acessibilidade para Todos a plataforma inclusiva, Portuguese Festivals R 4 all, que de forma inclusiva permita a qualquer pessoa, independentemente das suas necessidades especiais, colher informação sobre festivais, as condições que cada um proporciona e comprar ou reservar bilhetes e estadias.

O Portuguese Festivals R 4 All tem por missão proporcionar o acesso inclusivo à informação, bem como a divulgação, em colaboração com o Turismo de Portugal, das condições acessíveis dos festivais portugueses; colaborará com o Turismo de Portugal-IP e com os organizadores de festivais, na promoção e a coordenação de atividades que visem contribuir para a melhoria da experiência em festivais, tornando-os cada vez mais inclusivos. “Sabemos que a satisfação com uma experiência lúdica como um festival começa no momento da pesquisa, escolha, planeamento, que leva à decisão de compra e ao desfrute da experiência em si”, refere a associação.

Ao Portuguese Festivals R 4 All competirá (citando):    

  • promover a criação de uma plataforma digital totalmente inclusiva, onde se poderão integrar todos os festivais realizados em Portugal;
  • Desenvolver a plataforma em colaboração com os stakeholders do setor e o Turismo de Portugal, auscultadas as várias associações representativas do público-alvo da plataforma: ex: ACAPO, APD, Associação Portuguesa de Surdos, AAJUDE entre outras;
  • Divulgar interna e externamente a plataforma e as suas vantagens;
  • Efetuar Follow up periódicos para avaliar a real efetividade das melhorias efetuadas.

A quarta proposta intitula-se Minho green brand – plataforma digital e marca promocional da região do Minho.

Ainda no EIXO I, propõe-se desenvolver, no âmbito da Medida – Empreendedorismo, Inovação e Sustentabilidade, a Minho green brand – plataforma digital e marca promocional da região do Minho, uma plataforma digital regional que promova e comercialize uma oferta turística da região do Minho baseada nos seus atributos naturais, paisagísticos, culturais e históricos, assentes em operadores turísticos que promovam as boas práticas ambientais e baseiem os seus produtos na produção local.

O projeto consiste no desenvolvimento de uma plataforma digital promocional regional, acessível a todos, em especial a pessoas com deficiências, que agregue informações georreferenciadas sobre os principais atrativos turísticos da região (Exemplos: Parque Nacional da Peneda-Gerês, Centro Histórico de Guimarães, Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês-Xurés, entre outros).

Disponibilizará, ainda, espaço e oportunidades de negócio para os principais atores turísticos regionais (alojamento, restauração, animação turística) que, através da divulgação das boas práticas de sustentabilidade ambiental implementadas, possam ser classificadas pela sua pegada carbónica (numa espécie de selo “Clean & Safe” da sustentabilidade), onde parte das receitas turísticas geradas são canalizadas para projetos direcionados para a preservação ambiental e sustentável do território (Exemplo: Contratação pessoal local, defesa de espécies em vias de extinção, aposta em produtos biológicos locais, replantação de árvores, melhoria das infraestruturas, entre outros), criando atividades turísticas que clarifiquem a sua pegada ecológica mas que permitam ao turista contribuir para a sua diminuição.

Por último, serão criadas e promovidas rotas turísticas transversais a toda a região, abertas e fechadas, baseadas na oferta gastronómica, nos vinhos, na natureza, nas tradições e costumes, na paisagem e natureza envolvente, devendo ser reforçada toda a sinalética e informação dos principais pontos de interesse que as integram, utilizando a tecnologia para fornecer informação a surdos (exemplo: disponibilização de QR codes) ou a pessoas invisuais (Exemplo: informação em braile), bem como uma melhor acessibilidade dos locais, tornando-os acessíveis a todos.

Este projeto tem como principais objetivos (citando):

  • Qualificar a oferta turística de acordo com boas práticas ambientais;
  • Tornar o destino mais inclusivo e acessível;
  • Promover as boas práticas ambientais;
  • Envolver o turista na melhoria ambiental do território e comunidades;
  • Promover turisticamente a região do Minho;
  • Aumentar a procura turística da região.
  • Responder aos desafios ambientais e sustentáveis que se colocam ao setor.



Dentro do EIXO II – Qualificar os agentes do setor e os turistas, a APROTURM apresentou Capacitar Associações de Turismo – Reforçar as Competências Técnicas do Associativismo dos Profissionais de Turismo, que constituir-se-á como um programa estruturante no reforço das estruturas associativas dos Profissionais  de Turismo e do Associativismo Empresarial do Turismo, que, pela sua ação de representação e de mobilização dos profissionais e da comunidade empresarial, contribuirão para o estabelecimento de um padrão elevado de serviços, necessário para que os agentes económicos e sociais se apresentem como uma malha de garantia de um turismo sustentável, capaz de respeitar “o uso adequado dos recursos ambientais” e de “respeitas a autenticidade sociocultural e assegurar que as atividades económicas sejam viáveis no longo prazo.”, propósitos defendidos no conceito de turismo sustentável OMT (2005).

Capacitar Associações de Turismo deve constituir-se como um programa do reforço da capacitação das Associações de Profissionais de Turismo e Associações Empresariais de Turismo. Efetivamente, aquelas estruturas possuem uma importância indispensável na defesa dos interesses dos profissionais de turismo e do tecido empresarial que desejam estabilidade do desenvolvimento económico e social e o respeito absoluto dos princípios do Turismo Sustentável.

As Associações de Profissionais de Turismo e as Associações Empresariais têm, por vocação, o desenvolvimento das profissões e do tecido empresarial e como tal estarão motivadas, uma vez apoiadas para a sua capacitação, em contribuir para os objetivos do Eixo II – Qualificar os agentes do setor e os turistas.

O projeto Capacitar Associações de Turismo – Reforçar as Competências Técnicas do Associativismo dos Profissionais de Turismo terá como objetivos (citando):

  • Disponibilizar meios financeiros orientados exclusivamente à contratação de recursos humanos com formação superior em Turismo para se integrarem nos quadros das Estruturas Associativas de Profissionais e Estruturas Associativas Empresariais do setor, aumentando o seu potencial para “…um desenvolvimento sustentável do Turismo requer, também, a participação informada de todos os stakeholders relevantes…” (Turismo Sustentável da OMT, 2005);
  • Apoiar a criação de condições técnicas e organizacionais das Associações de Profissionais de Turismo e Associações Empresariais Locais e Regionais de Turismo, capazes de atuarem como observatórios e dinamizadores das políticas e medidas que favoreçam o desenvolvimento sustentável do Turismo Local e Regional e a “…a monitorização constante dos seus impactes e deve, ainda, manter um elevado nível de satisfação dos turistas.” (Turismo Sustentável da OMT, 2005);
  • Cooperar com as entidades públicas e privadas que operam no e para o setor tendo como objetivo cumprir a sustentabilidade do turismo local e regional. Como fazendo parte de um todo nacional;
  • Realizar eventos em complementaridade com as entidades públicas e privadas locais e regionais, tendo como objetivo qualificar turisticamente os eventos, festas e festividades locais e regionais, com a preocupação de contribuir para a satisfação dos turistas;
  • Caracterizar os Eventos, as Festas, Festivais, Festividades locais e organizar recomendações da sua qualificação turísticas considerando a satisfação dos turistas e o envolvimento das estruturas organizativas locais (Associações Recreativas e Culturais, Grupos de Folclore, entre outros.);
  • Efetuar a avaliação dos eventos do ponto de vista técnico-turístico e produzir orientações de qualificação e melhoria contínua.

No EIXO III – Monitorizar a sustentabilidade no setor, Inovação e Sustentabilidade, a APROTURM apresentou Quality Destination – Develop Quality with Experimentation – Laboratório de Experimentação e Certificação da Qualidade da Oferta Turística)

A associação propõe-se desenvolver, no âmbito da Medida- Inovação e Sustentabilidade, o Quality Destination – Develop Quality with Experimentation – Laboratório de Experimentação e Certificação da Qualidade da Oferta Turística, laboratório de turismoregional que, envolvendo os operadores turísticos locais, se constituirá como uma estrutura capaz de verificar e certificar a qualidade dos empreendimentos turísticos, apoiado na experimentação e verificação de parâmetros estabelecidos para garantir um elevado nível de qualidade de serviços.

O Quality Destination tem como objetivo assegurar a procura da qualidade da oferta do Destino Turístico (DT) e dos seus produtos e serviços para o aumento da satisfação da experiência turística no DT, o aumento da competitividade das atividades económicas diretamente ligadas ao DT; colaborará com o Turismo de Portugal-IP, e com o IPQ, que tem por missão a coordenação do sistema português da qualidade, a promoção e a coordenação de atividades que visem contribuir para demonstrar a credibilidade da ação dos agentes económicos, bem como o desenvolvimento das atividades necessárias às suas funções de Instituição Nacional de Metrologia e de Organismo Nacional de Normalização.

Ao Quality Destination competirá (citando):     

  • Promover a elaboração de normas portuguesas em compatibilização com normativo europeu sobre Quatility Destination no turismo;
  • Desenvolver regras e especificações para que os Destinos Turísticos e sobretudo o Turismo Rural, possam aplicar e cumprir um padrão elevado de excelência, enquanto oferta turística e contribuir assim para os objetivos da Estratégia do Turismo 20-27;
  • Garantir o rigor e a exatidão das medições realizadas, assegurando a sua comparabilidade e rastreabilidade, a nível nacional e internacional, e a realização, manutenção e desenvolvimento dos padrões das unidades de medida;
  • Estudar e trabalhar com os operadores turísticos locais e regionais no cumprimento dos procedimentos das diretivas comunitárias da União Europeia e da Organização Mundial do Turismo;
  • Prosseguir as suas atribuições assentes nos princípios da Credibilidade e Transparência, da Horizontalidade, da Universalidade, da Coexistência, da Descentralização e da Adesão livre e voluntária, promovendo o uso generalizado de procedimentos, de técnicas, metodologias e especificações reconhecidos a nível europeu e/ou internacional para o turismo;
  • Organizar, disseminar informação e dar aconselhamento técnico especializado sobre boas práticas, regras, normas para a implementação de serviços de qualidade superior no turismo rural e nos destinos Turísticos;
  • Promover o mérito empresarial e distinguir anualmente a melhor oferta turística em Turismo Rural bem como o Destino Turístico;
  • Efetuar Follow up da oferta do turismo Rural existente e dos Destinos Turísticos das regiões de baixa densidade, sobretudo no Minho.

Fonte: APROTURM.

Foto: DR.

José Novais questiona Câmara sobre licenciamento de unidades hoteleiras

Agosto 29, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

Nota enviada às redações

Em nota enviada às redações, o vereador da Câmara Municipal de Barcelos, José Novais, eleito pelo PSD, fez saber das questões colocadas ao Presidente da Câmara, Miguel Costa Gomes, sobre o licenciamento de unidades hoteleiras/turísticas em Barcelos, nomeadamente, a relação de pedidos de licenciamento de projetos hoteleiros, relação dos já licenciados e dos construídos nos últimos anos. As questões surgem em sequência do Relatório 2 (Turismo) do Plano Diretor Municipal de Barcelos.



Leia, na íntegra, o referido requerimento:

«Ex.mo Senhor

Presidente da Câmara Municipal de Barcelos,

Assunto: Licenciamento de Unidades Hoteleiras / Turísticas em Barcelos

Considerando que:

a) Segundo o Relatório 2 (Turismo) do PDM de Barcelos,

“Barcelos é um concelho economicamente marcado pela agricultura, indústria do calçado, da cerâmica e olaria, do têxtil e de fiação que se apresentam como os principais motores da economia local e da empregabilidade no concelho.

Para além desta Task Force, o concelho possui também uma forte estrutura económica baseada no comércio tradicional e nas microempresas artesanais (Oficinas de Artesanato), surgindo o turismo como setor com importância vital para a manutenção destes setores vitais para a economia do concelho. Setores estes que são, indubitavelmente, elementos elegíveis dentro do próprio potencial turístico existente no concelho, quiçá, um dos recursos mais valiosos do produto.

Do ponto de vista turístico, Barcelos caracteriza-se por ser um concelho com inúmeros recursos de índole monumental e cultural, que se espalham do centro da cidade (foco de atração principal do concelho) até à mais típica freguesia deste grande concelho.

…….”.

b) O referido Relatório refere como pontos fracos e ameaças, entre outros: a “…Falta de capacidade hoteleira e demais recursos de fixação…Estrutura Hoteleira deficiente para a frequência turística registada…Modernização hoteleira e dos recursos humanos nos concelhos vizinhos…Desenvolvimento turístico dos parques hoteleiros dos concelhos vizinhos…”.

Venho solicitar o fornecimento da seguinte informação, no âmbito do licenciamento de Obras Particulares:

1 – Relação de pedidos de licenciamento de projetos hoteleiros / turísticos particulares que se encontrem em apreciação / pendentes nos Serviços de Urbanismo na Câmara Municipal e respetiva tipologia e localização geográfica;

2 –  Relação de projetos hoteleiros / turísticos particulares que se encontrem licenciados e respetiva tipologia e localização geográfica;

3 – Relação de projetos hoteleiros / turísticos particulares que foram construídos nos últimos anos e respetiva tipologia e localização geográfica;

 Atenciosamente,

O Vereador Municipal,

José Santos Novais».

Foto: DR.

APROTURM envia propostas a António Costa e Silva para ajudar Turismo

Agosto 21, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

Envio realizado no âmbito do Plano de Recuperação Económica de Portugal

A APROTURM – Associação dos Profissionais de Turismo do Minho enviou, ontem, a António Costa e Silva, coordenador do Plano de Recuperação Económica de Portugal, nomeado pelo Governo, um conjunto de propostas que, na sua ótica, poderão contribuir para uma melhor recuperação do setor do Turismo.



Em nota, a Associação refere que “vê com especial preocupação o futuro do turismo no Minho. A análise dos resultados do inquérito que promoveu entre 3 e 13 de maio inclusive, e as conclusões do Fórum que promoveu entre 23 de março e 7 de maio (que contou com a presença de especialistas e investigadores no mercado do trabalho, no investimento, nas agências de viagens, empresários da hotelaria e alojamento, restauração e animação turística e políticos locais ligados ao setor), vêm demonstrar a evidência de um setor frágil, constituído por micro e pequenas empresas dominantemente com menos de cinco trabalhadores”.

“Na fase que antecedeu a Pandemia do COVID-19, havíamos já apelado para a necessidade de se reforçar a capacidade das empresas ligadas ao turismo no Minho. Efetivamente, registávamos uma significativa ausência de profissionais licenciados nas empresas de turismo da região. Constatavam-se então, excelentes resultados para o turismo em Portugal e na Região Norte, mas não existiam políticas de reforço estratégico das empresas, quer pelo aumento da sua capacitação técnica e tecnológica, nem pelo reforço da capacitação do seu potencial humano. Os programas de apoio à empregabilidade de quadros superiores era praticamente ou quase inexistentes (limitando-se a medidas gerais sem qualquer visão estratégica para o reforço da capacitação em novas competências ao nível dos recursos humanos para o setor do turismo)”, continua.

A APROTURM lamenta que “a Entidade de Turismo do Porto e Norte havia entrado numa grave crise interna e, como tal, não tem tido a capacidade de atuar de forma estratégica na construção e apoio ao desenvolvimento de um tecido empresarial mais forte. O seu papel tem sido residual para garantir uma maior resiliência na ultrapassagem das dificuldades que as empresas do turismo, sentem no coração da sua atividade, arrastando toda a economia regional. A ausência de capacidade organizativa ao nível das estruturas associativas empresariais para apoiar o tecido empresarial do turismo da região minhota, surge como uma fragilidade relevante, impedindo os empresários de se sentir representados e defendidos ao mesmo nível que se encontram em outras regiões do país (exemplo do Algarve, onde o setor hoteleiro tem exigido medidas concretas de apoio ao setor). A brutal redução de negócio e a ausência de expectativas sobre o próximo futuro, apresentam cenários de forte preocupação, no aumento do desemprego no setor, na paragem dos projetos privados de turismo, no encerramento de empresas de turismo e na completa desorientação sobre o futuro do setor. O turismo internacional sofrerá os efeitos do despedimento em massa nas companhias aéreas, da crise económica que afetará os países emissores para Portugal, do aumento do desemprego e da queda do PIB nos diferentes países, a que acresce a incerteza relativa a uma segunda vaga da pandemia do COVID-19”.

A Associação lamenta, igualmente, “que, até à data, não tenham sidos realizadas reuniões de emergência por parte dos Conselhos Consultivos Municipais de Turismo para analisar a situação do setor ao nível de cada Concelho da região do Minho. A manter-se o estado atual de ausência efetiva de foco no relançamento da atividade do turismo e do redesenhar de novas abordagens ao relançamento do setor, completamente parado, receia-se uma crise prolongada e dolorosa na região. Dada a ausência de informação e dados reais sobre o estado do tecido empresarial do turismo na região, a APROTURM, receia que, no momento do redespertar para o relançamento da atividade, os profissionais do turismo se tenham desviado do setor, perdendo-se capacidade regional. Atualmente, muitos dos profissionais estão a confrontar-se com o encerramento de unidades de alojamento, de restauração, de animação turística e agências de viagens, gerando uma mais frágil oferta de serviço e produto turístico na região. A escassez de informação e de medidas não favorece uma atitude positiva por parte dos profissionais que receiam pelo futuro do turismo na região”, relevando, no entanto, “o esforço que Sua Excelência, o Presidente da República, e o Governo têm realizado para manter Portugal e o Minho numa caminhada prudente de desconfinamento e de reconquista da confiança”.

Assim, e no quadro de análise dos resultados do estudo que efetuou e das conclusões que produziu o Fórum sobre o PÓS-COVID-19 no Minho, a APROTURM apela “à necessidade de se implementar uma política focada no relançamento do setor que passará por:

1 – Criar uma Operação Integrada de Desenvolvimento para o Turismo da região do Minho, com meios para apoiar o efetivo reerguer do tecido empresarial, da empregabilidade e capaz de apoiar o desenvolvimento de uma estratégia de relançamento do turismo da região;

2 – Promover uma caracterização urgente do tecido empresarial, identificando o potencial instalado e conhecer o estado atual e futuro de capacidade de relançamento da atividade;

3 – Criar viveiros de microempresas para o setor do turismo, como forma de renovar e substituir as empresas que encerrarão a sua atividade;

4 – Reclamar a realização de reuniões, com carácter de urgência, dos Conselhos Consultivos de Turismo Municipais, para se analisar o impacto e situação efetiva do setor empresarial do turismo. Para se poder tomar consciência sobre o verdadeiro estado e capacidade do tecido empresarial do turismo para se recompor e se relançar em termos concelhios e regionais;

5 – Desenvolver um verdadeiro e estratégico programa de fomento da empregabilidade no setor do turismo regional, apoiando com financiamentos orientados à contratação de técnicos licenciados. (à semelhança ao programa implementado na oportunidade pelo saudoso Prof. Veiga Simão, designado ‘Jovens Técnicos para Indústria’ e que foi o melhor programa nacional de integração de quadros nas PME´s em Portugal);

6 – Apoiar a capacitação das estruturas associativas empresariais e profissionais para que possam contribuir para o relançamento do setor no acompanhamento das empresas ainda em funcionamento.”

Por fim, a APROTURM informa que se encontra “disponível para cooperar com as instituições públicas e privadas que pretendam contribuir de forma ativa para o relançamento e desenvolvimento do Turismo do Minho”.

Foto: DR.

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