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União Desportiva S.Veríssimo

União Desportiva de S. Veríssimo aposta na continuidade para o comando dos Seniores na próxima época

Junho 21, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

A Direção da União Desportiva de S. Veríssimo encontra-se já a trabalhar na organização da época de 2020/ 21, tanto no escalão de Seniores como nos diversos escalões da formação.



Com os Seniores a competirem na 1ª Divisão da Associação de Futebol de Braga, a prioridade foi fechar a equipa técnica que comandará os destinos do Clube na próxima época. Bruno Vilas Boas foi o treinador escolhido para dar continuidade ao trabalho que iniciou na época passada, abruptamente terminada devido ao COVID-19.

Para o acompanhar conta com elementos da equipa técnica que transitam da época anterior, como Quim Zé (treinador de guarda-redes) e Rogério Araújo (preparador físico), mas também com um importante reforço para treinador-adjunto. Falamos de Joca Salgado, ex-atleta do clube, que termina a sua longa carreira de jogador para enveredar pela de treinador.

“Equipa técnica e Direção encontram-se já a trabalhar, abnegadamente, na construção do plantel que enfrentará a próxima época desportiva, fixando como objetivo o reforço da qualidade do plantel, no sentido de permitir alcançar a desejada subida à Divisão de Honra da Associação de Futebol de Braga”, refere o Clube em nota.

Foto: UDSV.

Alexandrino Ribeiro (Professor do IPCA): “Vamos conseguir dar a volta”

Abril 5, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Educação, Entrevistas, Mundo, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

Entrevista ao académico barcelense sobre o impacto da COVID-19 na nossa vida

Alexandrino Ribeiro é Docente do Ensino Superior, lecionando no Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), onde também é Diretor Mestrado em Gestão das Organizações, Diretor da Licenciatura em Gestão Bancária e Seguros. Licenciado em Gestão, Mestre em Economia e Doutorado em Finanças Empresariais, este académico barcelense é, igualmente, Deputado Municipal na Assembleia Municipal de Barcelos, integrando o Grupo Municipal do PSD, partido onde é Secretário do Gabinete Autárquico do PSD Barcelos e Membro do Conselho Estratégico do PSD (secção de Economia e secção de Ensino Superior, Ciência e Tecnologia). Associativamente, é Secretário do Centro de Solidariedade Social de S. Veríssimo e Tesoureiro da União Desportiva de S. Veríssimo.



Tendo em conta este momento de emergência nacional advinda da pandemia COVID-19 e das consequências que a mesma está – e irá continuar – a ter na vida das pessoas e das empresas, o Professor barcelense aceitou responder a algumas questões que lhe colocámos, por escrito, para que nos possa elucidar e dar uma melhor perspetiva, do seu ponto de vista, para o nosso futuro, enquanto sociedade e economia, não só, da barcelense, como da nacional.

Parece evidente que a economia do nosso país vai levar uma “pancada” (palavra usada pelo Primeiro-Ministro, António Costa) muito grande. Quão grande será essa “pancada”?

Será muito forte, seguramente. Mas a real dimensão da “pancada”, o real impacto da pandemia do Coronavírus na economia portuguesa ainda é uma incógnita pois depende do tempo necessário para se resolver o problema da saúde pública, dependerá do tempo necessário para que os mercados regressem ao seu normal funcionamento. Esse tempo é algo que, atualmente, em bom rigor, ninguém sabe ao certo. O que podemos fazer é um estudo dos impactos económicos traçando cenários, mais otimistas ou mais pessimistas, em termos de duração da crise sanitária. Mas em um ou em outro cenário, o mais provável, é que a economia portuguesa entre em recessão no ano de 2020, podendo mesmo mergulhar na maior recessão alguma vez registada.  

Avançando só alguns números sobre a dimensão e a intensidade do impacto do Coronavírus na economia portuguesa em 2020, e tendo por base o recentemente divulgado Boletim Económico de março do Banco de Portugal, num cenário adverso de tudo isto se prolongar até julho, que se torna cada vez mais provável, teremos uma contração económica de 5,7% neste ano, que será o maior colapso da economia portuguesa num só ano. O impacto no emprego será também previsivelmente muito forte, com uma subida acentuada na taxa de desemprego que pode fechar o ano nos 11,7%, registando-se a maior destruição laboral desde que há registos, até porque o investimento deverá também diminuir em 15% face ao ano de 2019. Diminuições acentuadas são ainda previstas para o consumo privado, de 4,8%, para as exportações, de 19%, e para as importações, que devem baixar em cerca de 18,7%. Na generalidade, estas variáveis macroeconómicas registarão o pior desempenho anual desde que existem registos das séries históricas do INE e da Comissão Europeia, ou seja, desde 1960. Neste cenário, penso que uma outra questão fica bem clara, o Orçamento de Estado, recentemente promulgado, terá de ser alvo de um orçamento retificativo.

Não é minha pretensão com todas estas projeções lançar alarmismo nas famílias e nas empresas, mas sim contribuir para uma consciencialização de um cenário para o qual nos devemos preparar urgentemente.

As consequências desta pandemia nas economias mundiais vão influenciar a performance da do nosso país? Como?

Essa é uma consequência inevitável. Uma economia com o nível de abertura ao exterior como a portuguesa sofre sempre os efeitos positivos e, neste caso concreto, negativos da performance das outras economias mundiais. Essencialmente, daquelas com quem realizamos maiores trocas comerciais, que são, na sua maioria, economias de países da União Europeia.

Se os cenários para 2020 apontam para uma recessão na economia global e europeia, é percetível que, ao contrário de outras crises económicas que Portugal já ultrapassou, desta vez, a variável comércio externo não vai contribuir para o ultrapassar da crise, antes pelo contrário. Por outro lado, considerando a forte correlação que existe entre o desempenho económico em Portugal e na Europa e o facto de a economia portuguesa ser uma das que maior dependência apresenta do setor do turismo e do consumo das famílias, é expectável que a recessão até seja maior em Portugal do que na maioria das economias da União Europeia.

Quais as economias que Portugal precisa que não “caiam” tanto?

Era importante que as economias para as quais o Nosso volume de exportações é mais elevado não apresentassem quedas muito elevadas. Porém, se olharmos para os dados do ano de 2019 relativos às exportações portuguesas, constatamos que cerca de 66% dessas exportações destinam-se a seis países: Espanha, França, Alemanha, Reino Unido, EUA e Itália. As notícias que chegam destes seis países não são muito animadoras, reforçando a ideia que não é expectável que, desta vez, seja o comércio externo a puxar a Nossa economia para cima.

Então, como podemos inverter este cenário negativo para a economia portuguesa e mundial?

Nunca houve uma crise económica e financeira assim, com um choque fortíssimo em simultâneo do lado da oferta e do lado da procura, num espaço de tempo demasiado curto e generalizado a nível mundial. Se estamos perante uma crise económica com características diferentes das anteriores, não podemos planear sair dela seguindo rigorosamente as mesmas estratégias anteriormente seguidas, temos de ajustar a estratégia às características e enquadramento presente. É minha convicção que somente através de um programa coordenado de estímulos ao nível europeu e mundial é que será possível relançar a economia global. Como alguém já referiu, e bem, desta vez “estamos todos no mesmo barco”, por isso a solução para ultrapassar esta crise tem de ser concertada a nível mundial, onde o Banco Central Europeu e a União Europeia terão também um papel fulcral.

Um pouco por todo o Mundo, os Governos têm implementando medidas que visam atuar do lado da procura e do lado da oferta. Do lado da procura, visando conter a descida acentuada dos rendimentos disponíveis das famílias para que o consumo não desça tão bruscamente. Quanto ao lado da oferta, procurando aliviar um pouco as exigências de tesouraria das empresas no intuito de as tentar segurar no mercado. No caso concreto de Portugal, as medidas avançadas parecem-me que ainda são escassas e que terão de ser reforçadas a breve prazo.

Quer se concorde, ou não, este é um tempo onde teremos de esquecer momentaneamente a questão do endividamento público e do deficit, utilizando criteriosamente os recursos financeiros públicos que forem necessários para ultrapassar a crise económica e financeira. Na certeza de que, posteriormente, teremos uma “fatura” elevada para pagar durante vários anos, mas não me parece que exista outra alternativa.

Do seu ponto de vista, quais as atividades económicas que serão mais afetadas?

Todos os setores de atividade serão afetados, embora com diferentes intensidades e duração. O setor do turismo será certamente o mais afetado. Mas existem setores como o dos transportes aéreos, o imobiliário, da restauração, do petróleo, da produção automóvel e do comércio a retalho não alimentar que sofrerão, por uma ou outra razão, um impacto bastante negativo.

Uma outra questão que será muito relevante para a sobrevivência das empresas, independentemente do setor de atividade onde operem, será a sua estrutura de custos. Empresas que apresentem estruturas de custos com um peso relativamente elevado de custos fixos, sejam eles operacionais ou financeiros, terão muitas dificuldades em ultrapassar esta crise e manterem-se no mercado. A exposição dessas empresas ao risco, nesta época de forte contração económica, será ainda mais problemática que propriamente o fator de estar a operar em um setor de atividade mais ou menos afetado.  

Acredita que essas atividades recuperarão facilmente ou o caminho ainda será longo?

Ganha cada vez mais consistência a ideia de que a recuperação será longa. Há semanas atrás, acreditava-se que a evolução económica e setorial seria como a letra “V”, ou seja, a seguir a uma queda económica brusca seguir-se-ia uma recuperação de igual intensidade. Porém, com o passar do tempo, o agravar da situação ao nível da saúde e com o aumento do período de paragem, ganha força a possibilidade de a evolução ser enquadrada na letra “U”, isto é, a um período de forte queda económica seguir-se um período de estabilidade, passando-se para um período de crescimento moderado e somente depois é que o crescimento económico acelera. Todo este movimento do “U” poderá ter uma duração de 2 a 3 anos.

O grande desafio às Instituições e aos Governos será evitar a evolução em “L”, isto é, que após a forte queda económica e financeira se siga um longo período em que a economia não recupera. Para tal, será necessário implementar as melhores políticas de apoio às empresas e às famílias, e com celeridade.

Em relação a Barcelos e à economia local, quais as atividades que, em seu entender, serão mais atingidas por esta “paralisação” da economia nacional e mundial? Porquê?

Tal como a nível nacional e mundial, os setores do turismo, do imobiliário, da restauração e do comércio a retalho não alimentar serão os mais penalizados na economia local barcelense. A estes acrescento o setor têxtil, pela elevada importância que o mesmo representa no Concelho de Barcelos e pelo facto dos principais clientes deste setor estarem localizados em países fortemente afetados pela pandemia.

Como professor do ensino superior, no caso, do IPCA, preocupa-o o impacto deste momento de emergência nacional, e confinamento, no alcançar dos objetivos, quer dos docentes, quer dos alunos?

No IPCA, as aulas presenciais, das licenciaturas e dos mestrados, assim como outras atividades académicas estão suspensas desde o dia 10 de março. A partir dessa data, temos trabalhado online. Mesmo as provas de apresentação e defesa das Dissertações de Mestrado têm sido realizadas online, com os elementos do júri das provas e os alunos em casa. Semanalmente, têm sido realizadas reuniões com diretores de curso de licenciaturas e de mestrados e com coordenadores de departamentos para se avaliar o funcionamento e planear desenvolvimentos futuros. O feedback é muito positivo. Na generalidade, a comunidade académica do IPCA sente-se muito confortável com este funcionamento.

O principal objetivo é criar mecanismos que minimizem o impacto negativo, quer nos alunos, quer nos professores, desta suspensão das atividades presenciais e que o ano letivo termine dentro da normalidade possível. Esse objetivo, no IPCA, está a ser alcançado. Penso que, tendo por base os contactos que mantenho com colegas, o mesmo se passará na generalidade das instituições de Ensino Superior a nível nacional. 

Tendo em conta a sua experiência associativa, neste momento em que as atividades culturais, desportivas e solidárias estão “congeladas”, adiadas ou, mesmo, canceladas, que impacto poderão vir a sentir as associações, clubes e entidades culturais nos seus orçamentos por causa desta situação?

Como sou membro dos órgãos sociais de duas Associações, uma da área social e outra da área desportiva, e o meu contributo nessas Associações está fundamentalmente relacionado com a parte financeira, como a prestação de contas e os orçamentos, essa é mais uma problemática que faz parte do meu dia a dia, e sobre a qual me tenho vindo a debruçar. A minha expectativa é que, sem dúvida, a paragem de atividade e a crise económica, financeira e social que daí advém, vai ter impactos negativos nos orçamentos das associações, devendo estas ter consciência de tal facto para evitar défices orçamentais problemáticos. Nas associações sociais, o impacto derivará essencialmente da necessidade de dar resposta a um crescendo de problemas sociais que vão surgir em muitas famílias, derivados do aumento do desemprego e da queda acentuada de rendimentos que a crise vai originar. As associações sociais terão de dar resposta a esse maior número de solicitações de apoio social, mas com os mesmos, ou menores, recursos financeiros.

Relativamente às associações desportivas, culturais e recreativas, uma parte significativa das suas receitas derivam do mecenato, com apoios financeiros das empresas às suas atividades. Com os problemas que a generalidade das empresas vai enfrentar, derivados da crise económica e financeira, é esperado que os apoios financeiros prestados a estas associações diminua, originando uma queda do lado das receitas das associações.

De um ponto de vista geral, enquanto cidadão, docente, académico, dirigente associativo e político, o que perspetiva para os próximos tempos, quer para o concelho de Barcelos, quer para Portugal e o resto do mundo?

De uma forma realista, perspetivo tempos difíceis em termos económicos, financeiros e sociais. Por outro lado, tenho muita confiança e otimismo que a Sociedade, junta, sem ninguém a ficar para trás, vai conseguir superar estes tempos difíceis. Mais uma vez, em maior ou menor espaço de tempo, vamos conseguir dar a volta, ultrapassar os graves problemas que estamos a enfrentar, e que ainda se irão agravar, e retomarmos o caminho do crescimento económico e da melhoria das condições sociais.

Este meu otimismo e confiança de que vamos conseguir superar todo este quadro negativo sai reforçado quando olho à minha volta e vejo o trabalho fantástico que tem sido desenvolvido pelos profissionais da saúde, pelas empresas, pelas instituições e pelos Autarcas, com alguns Presidentes de Câmara e Presidentes de Junta que têm sido exemplares na proteção e apoio aos seus cidadãos. Para todos eles, o meu muito obrigado por tudo que têm feito para minimizar as consequências negativas desta pandemia.



Agradecemos imenso ao Professor Alexandrino Ribeiro por esta entrevista, que mais parece uma master class de Economia, Gestão e Finanças. Nestes momentos difíceis, ressalta óbvio que as informações que advêm dos especialistas nestas áreas não são aquelas que mais queremos ler e ouvir, mas sentimos que todos temos que receber as informações o mais fidedignas possíveis para que nos possamos preparar e adaptar para o futuro próximo que, infelizmente, não parece ser o mais otimista. Mesmo assim, este académico barcelense consegue terminar com uma mensagem de otimismo no sentido de que iremos ultrapassar este momento mau, que “Vai ficar tudo bem!”. Juntamo-nos ao seu agradecimento a todos aqueles que têm dado o máximo de si para ajudar aqueles que mais necessitam.

Fotos: Alexandrino Ribeiro (arquivo pessoal).

União Desportiva de S. Veríssimo apresenta equipa de Seniores aos Sócios

Setembro 16, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto Por barcelosnahorabarcelosnahora

Adversário foi o Leocadenses

No passado sábado, a União Desportiva de S. Veríssimo realizou a apresentação do plantel de Seniores aos seus associados, num Complexo Desportivo de S. Veríssimo muito bem composto de público. O adversário escolhido para a festa de apresentação foi o Leocadenses, uma equipa de referência no futebol popular de Barcelos.



Com um plantel composto, essencialmente, por regressos ao clube, a União Desportiva de S. Veríssimo dominou um jogo, que finalizou com uma vitória dos visitados por 5 a 1. Destaque para Joca Salgado e Gonçalo Faria, que visaram na partida, este último, ao transformar em golo duas grandes penalidades.

No próximo sábado inicia o campeonato da 1ª divisão da Associação de Futebol de Braga, com a equipa da União Desportiva de S. Veríssimo a ter uma deslocação sempre difícil ao terreno do Maximinense.

O técnico Bruno Vilas Boas espera um campeonato difícil, com adversários muito competentes e experientes na disputa dos campeonatos distritais, onde o objetivo passa por lutar pela vitória, jornada após jornada, de modo a obter uma classificação final na primeira metade da tabela.

Foto: UDSV.

União Desportiva de São Veríssimo apresenta equipa para disputar Distritais

Julho 15, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Equipa barcelense volta ao futebol distrital e coloca foco nos escalões de formação

No passado sábado, dia 13 de julho, a União Desportiva de S. Veríssimo realizou a apresentação do recém-criado escalão de Seniores à comunicação social.



“Com a colocação do relvado sintético no Parque Desportivo de S. Veríssimo e o crescimento acentuado no número de atletas e de equipas a competir nos escalões da formação, a aposta no escalão de Seniores surge com naturalidade”, refere fonte do clube. “O objetivo central da aposta da equipa de Seniores passa por possibilitar aos atletas da formação a continuidade no Clube quando terminam a sua formação”, continua.

No plantel apresentado, realça-se o elevado número de atletas que regressam à União Desportiva de S. Veríssimo. Uns que tinham passado pelo clube nos escalões da formação, mas também, vários que faziam parte da última equipa de Seniores do Clube. Regressam, igualmente, alguns atletas que compunham a equipa de seniores que na época de 2012/2013 se sagrou campeã e alcançou a subida à Divisão de Honra da Associação de Futebol de Braga.

A equipa técnica vai ser comandada por Bruno Vilas Boas, um técnico com provas dadas no Futebol Popular de Barcelos, onde alcançou o título de campeão na época de 2017/2018 e foi o vencedor da Taça na época de 2018/2019.

Os objetivos para a próxima época passam por “lutar pela vitória jornada após jornada, procurando ficar na primeira metade da tabela, podendo os mesmos ser reformulados ao longo da época, dependendo dos resultados” frisou o técnico. 

Foto: DR.

União Desportiva de S. Veríssimo vence 1ª S. Veríssimo Cup de Benjamins

Junho 17, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto Por barcelosnahorabarcelosnahora

Realizou-se, no passado sábado, a 1ª S. Veríssimo Cup – Benjamins. O torneio contou com 6 equipas participantes, onde a supremacia da União Desportiva de S. Veríssimo (UDSV) foi bem visível. Com duas equipas de Benjamins a competir, equipa A (atletas nascidos em 2008) e a equipa B (atletas nascidos em 2009), a final foi disputada, precisamente, entre as duas equipas da União Desportiva de S. Veríssimo, com a vitória a sorrir para a equipa dos mais velhos. No final, a festa foi realizada pelas duas equipas ao receberem o Troféu de campeões em conjunto.



O pódio foi fechado pela equipa do Granja FC, seguindo-se as equipas do ND Andorinhas, AFC Martim e do CF “Os Ceramistas” na classificação final.

Para os responsáveis da formação da União Desportiva de S. Veríssimo, o excelente resultado obtido pelos Benjamins do clube em mais um torneio “deriva de um trabalho de qualidade que tem sido realizado por departamento de formação, não só ao nível do escalão de Benjamins, mas também nos restantes escalões. O número de atletas que procuram a União Desportiva de S. Veríssimo para competir subiu significativamente na última época, dispondo assim o clube de mais atletas e atletas de mais qualidade. Deste modo, trabalhando bem com esses atletas, os bons resultados, como o obtido neste torneio, aparecem com naturalidade”, salienta a UDSV em nota.

Para o próximo sábado, 22 de junho, está agendada a 1ª S. Veríssimo Cup para o escalão de Infantis.

Foto: UDSV.

União Desportiva de S. Veríssimo volta aos Distritais de Seniores

Junho 6, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Na próxima época futebolística – 2019/2020 –, a União Desportiva de São Veríssimo (UDSV) irá disputar, de novo, as competições da Associação de Futebol de Braga, popularmente conhecidas como as Distritais.



A juntar à aposta nos escalões de formação, onde a União Desportiva de S. Veríssimo dispõe de 7 escalões e tem vindo a registar um número crescente de atletas, “a aposta numa equipa de Seniores para a época de 2019/2020 surge com naturalidade para que os atletas que passam pela formação possam prosseguir o seu percurso dentro do Clube”, refere o clube em nota.

O treinador que comandará a equipa de Seniores na época de 2019/2020 será Bruno Vilas Boas, um jovem treinador que, nos últimos 2 anos, ganhou todos os títulos no Futebol Popular de Barcelos. A última edição da Taça Cidade de Barcelos (2018/2019), a Supertaça (2018/2019) e o Campeonato da 1ª Divisão (2017/2018) foram os títulos em questão.

Este é “um treinador conceituado, com diversos títulos alcançados e com objetivos perfeitamente alinhados com o projeto que a Direção da União Desportiva de S. Veríssimo, recentemente eleita, tem para o desenvolvimento futuro do Clube. A Direção, em conjunto com o novo treinador, está a constituir o plantel de Seniores para a próxima época, prometendo a revelação de grandes novidades nos próximos dias”, conclui a nota da UDSV.

Fotos: AFPB.

União Desportiva de S. Veríssimo grande vencedor da 1ª S. Veríssimo Cup – Petizes

Junho 3, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto Por barcelosnahorabarcelosnahora

Realizou-se, no passado sábado, Dia da Criança, a primeira edição da “S. Veríssimo Cup – Petizes”, disputada no Complexo Desportivo de São Veríssimo, em Tamel São Veríssimo.



Este torneio contou com a participação de seis equipas, em que da parte da manhã se jogou a fase de grupos e, da parte da tarde, os jogos de apuramento de 5º e 6º lugar, 3º e 4º lugar e a grande Final.

Na final do torneio, a equipa da casa venceu o Águias de Alvelos, por 4-1, e alcançou o desejado 1º lugar. Na segunda posição ficou, assim, o Águias de Alvelos e a equipa do FC Roriz fechou os lugares do pódio. Seguiram-se, na classificação, o CF “Os Ceramistas”, o CDC Viatodos e o Gil Vicente FC.

Com os pequeninos a mostrar apurado talento dentro de campo, nas bancadas, sempre muito bem compostas, as “claques” das equipas completavam o ambiente de festa e convívio que se viveu no renovado Complexo Desportivo de S. Veríssimo durante todo o dia. Parabéns à organização, que esteve exemplar.

Para o próximo sábado, 8 de junho, está agendada a 1ª S. Veríssimo Cup para o escalão de Traquinas.

Fonte e foto: UDSV.

“1º S. Veríssimo Cup – 2019” decorre durante o mês de junho

Maio 16, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto Por barcelosnahorabarcelosnahora

Junho é o mês escolhido pelo Departamento de Formação da União Desportiva de São Veríssimo para a realização do seu “1º S. Veríssimo Cup – 2019”.



Nos dias 1, 8, 15 e 22 (quase todos os sábados) de junho, jovens futebolistas dos escalões de Petizes, Traquinas, Benjamins e Infantis irão disputar este torneio, que contará com 24 equipas, todas do concelho de Barcelos, e um número de atletas a competir nos diversos escalões de formação que ultrapassará os 300.

“O objetivo fundamental do torneio ‘1º S. Veríssimo Cup’ é envolver diferentes Clubes numa atividade desportiva, sem caráter exclusivamente competitivo, mas predominante sócio desportivo”, refere a organização em nota.

Esta é mais uma iniciativa do Departamento de Formação da União Desportiva de S. Veríssimo reveladora do dinamismo que o Departamento tem evidenciado ultimamente.

Imagem: UDSV.

Nelson Cardoso eleito Presidente da União Desportiva de São Veríssimo

Maio 1, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto Por barcelosnahorabarcelosnahora

No passado dia 29 de abril, realizaram-se as eleições dos Corpos Sociais da União Desportiva de São Veríssimo (UDSV) para o biénio de 2019/ 2021, tendo sido eleito como novo Presidente da Direção, Nelson Daniel Freitas Cardoso.



Nelson Cardoso dispõe de uma vasta experiência no movimento associativo, com um currículo ligado a várias associações de cariz social, desportivo e cultural. É antigo atleta do clube e já há vários anos que integra os Corpos Sociais do Clube, onde já desempenhou o cargo de Vice-Presidente e de Presidente do Concelho Fiscal.

De salientar, ainda, que Renato Carvalho, que já exerceu o cargo de Presidente da Direção em anteriores mandatos, transita do cargo de Presidente da Assembleia Geral para o cargo de Vice-Presidente na futura Direção do Clube.

O Presidente da Assembleia Geral passará a ser Carlos Alberto Ribeiro e o Presidente do Concelho Fiscal passará a ser João Paulo Almeida. A destacar, também, o facto de uma larga maioria dos membros da Direção continuarem associados ao novo projeto da União Desportiva de São Veríssimo, juntando-se a eles novos membros, “que serão, seguramente, também uma mais valia para o clube”, refere a UDSV em nota.

O projeto da direção liderada por Nelson Cardoso “passa por dar continuidade ao bom trabalho que tem sido realizado nos últimos anos. Onde os escalões da formação continuam a ser uma aposta forte e estratégica do clube, fixando-se como objetivos, o alcançar do título de Campeão da Associação de Futebol de Braga e o alcançar subidas de divisão nos vários escalões da formação, nas próximas épocas. É também pretensão a criação de uma equipa de Seniores, essencialmente assente em atletas oriundos dos escalões da formação do clube. Ao nível das infraestruturas, é objetivo continuar a melhorar as condições do Complexo Desportivo de S. Veríssimo, terminando os arranjos exteriores ao relvado sintético e melhorando, significativamente, os seus balneários. O atingir destes objetivos será sempre assente num equilíbrio e sustentabilidade financeira do clube, com uma racionalização e controlo, quer ao nível dos custos, como ao nível das receitas”, continua.

“Para projetar a União Desportiva de S. Veríssimo para patamares cada vez mais elevados e competitivos, a direção recém-eleita pretende continuar a trabalhar em parceria com a Junta de Freguesia de Tamel S. Veríssimo, Município de Barcelos, empresas patrocinadoras, sócios e todos os amigos e simpatizantes do clube”, conclui.

A tomada de posse dos novos Corpos Sociais da União Desportiva de São Veríssimo está agendada para o final do mês de maio.

Infantis da UD São Veríssimo conquistam Torneio de Páscoa da ADC Manhente

Abril 16, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto Por barcelosnahorabarcelosnahora

No passado sábado, a Associação Desportiva e Cultural (ADC) de Manhente organizou o seu Torneio de Páscoa – 2018/2019.



Após vencerem o ND Andorinhas, por 6-0, e o Santa Maria, por 6-2, os Infantis da União Desportiva (UD) São Veríssimo sagraram-se os campeões deste torneio.

Este é já o terceiro torneio conquistado por esta equipa, esta época desportiva, levando o clube, em nota, a deixar-lhes os parabéns, apelidando-os de “papa Torneios”.

Fotos: UDSV.

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