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Universidade do Minho

Universidade do Minho vence prémio europeu para jovens investigadores em obesidade infantil

Maio 18, 2021 em Atualidade, Concelho, Saúde Por barcelosnahorabarcelosnahora

A investigadora Sofia Marques Ramalho, da Universidade do Minho (UMinho), venceu o “maior prémio europeu” para jovens investigadores em obesidade infantil, anunciou hoje.

Em comunicado, a UMinho acrescenta que o galardão foi agora atribuído no 28.º Congresso da Associação Europeia para o Estudo da Obesidade (EASO), a principal federação de entidades profissionais neste âmbito.

Sofia Marques Ramalho foi laureada pelo seu percurso académico, pelos estudos sobre comportamento alimentar e pelas intervenções online sobre obesidade infantil.

“Estou feliz por reconhecerem o meu trabalho na busca de novas formas de tratamento para o excesso de peso/obesidade na infância e adolescência e na interligação com as novas tecnologias”, afirmou a investigadora, citada no comunicado.

A pesquisa de Sofia Ramalho mostrou, por exemplo, que uma intervenção baseada na rede social Facebook complementa “com eficácia” o tratamento usual na obesidade pediátrica em hospitais.

Os adolescentes participantes no projeto “APOLO-Teens” passaram a comer duas peças de fruta por dia e mais vegetais e reduziram sintomas depressivos ou certos comportamentos, como o medo de engordar ou o recurso ao petisco.

Noutro trabalho recente, Sofia Marques Ramalho concluiu que crianças em tratamento para perda de peso têm por vezes mães já com comportamentos alimentares problemáticos, isto é, o quadro familiar pode afetar as condutas.

Já nos estudos sobre covid-19, por exemplo, a investigadora demonstrou que o confinamento levou a comportamentos alimentares problemáticos associados a sintomas depressivos, de ansiedade e stresse.

Sugere, por isso, uma base de intervenção que mitigue as consequências a curto/longo prazo em contextos similares.

Sofia Marques Ramalho, de 30 anos, é mestre em Psicologia Clínica e da Saúde pela UMinho, doutorada em Psicologia Aplicada pela UMinho e pós-graduada em Psicoterapia Cognitivo-comportamental na Infância e Adolescência pelo Instituto Português de Psicologia.

Atualmente, é investigadora no Grupo de Estudos das Perturbações Alimentares, na Escola de Psicologia da UMinho, em Braga.

Em concreto, explora as relações neurocognitivas da perda do controlo alimentar em adolescentes com sobrepeso/obesidade e testa a eficácia de uma intervenção familiar na rede social Facebook para essa população, no âmbito de uma investigação financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

Além disso, coordena desde 2016 o Grupo de Jovens Investigadores da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, que tem lançado artigos científicos, campanhas de sensibilização, simpósios e seminários ‘online’, entre outras atividades.

“A obesidade é um dos mais sérios e graves problemas de saúde pública do século XXI. É uma doença complexa e, também por isso, é crucial que todos adotemos um estilo de vida saudável”, realça.

Fonte: Lusa

Foto:@deiscribe|unsplash

Consumo de álcool e tabaco aumentou do 1º para o 2º confinamento

Abril 22, 2021 em Atualidade, Minho, Saúde Por barcelosnahorabarcelosnahora

Um estudo da Universidade do Minho, hoje revelado, concluiu que o consumo de álcool, tabaco e “comida de plástico” aumentou do primeiro para o segundo confinamento, sendo que o ‘stress’ e ansiedade tiveram “níveis semelhantes” no início de ambos.

As conclusões do estudo, liderado pelos investigadores da Escola de Medicina da Universidade do Minho (UMinho) Pedro Morgado e Maria Picó-Perez, a que a Lusa teve acesso, apontam que o consumo de “jogos de azar” e canábis registaram também aumento do confinamento iniciado em março de 2020 para o iniciado em janeiro de 2021.

A mesma investigação salienta a “adaptação” aos confinamentos consoante ele decorria, uma vez que, em ambos os níveis de stress, ansiedade e sintomas depressivos, que atingiram patamares idênticos em 2020 e 2021, foram “diminuindo ao longo do tempo”.

“Este fenómeno replica a reação com adaptação que já se tinha observado no primeiro confinamento”, concluíram os investigadores.

Quanto aos hábitos dos inquiridos, a investigação aponta para o aumento do consumo de tabaco e de “comida de plástico” (12,8% ambos) entre o primeiro e o segundo confinamento. O consumo de álcool também teve um “aumento particular” (11,2%), sendo “sobretudo notório entre os homens, que aumentaram o consumo de bebidas alcoólicas em 22,6%.

A ingestão de bebidas energéticas aumentou 6,3%, o consumo de jogos de fortuna e azar aumentou 2,3% e o consumo de canábis aumentou em 1% dos participantes.

Por outro lado, os sintomas obsessivos (medidos, por exemplo, pela lavagem excessiva das mãos), aponta o texto, “diminuíram sistematicamente desde o início da pandemia, apresentando em 2021 valores significativamente mais baixos do que os observados em março de 2020”.

“Apesar de termos mais conhecimento acerca do vírus e de estarmos melhor preparados para as dificuldades do confinamento, também estamos mais cansados e vimos defraudada a expectativa de que 2021 seria muito melhor do que 2020”, refere, em comunicado enviado à Lusa, Pedro Morgado.

Segundo o investigador “o ser humano tem uma extraordinária capacidade de adaptação e que, apesar das adversidades, os sintomas reduziram-se ao longo do confinamento”.

A investigação salienta ainda que em fevereiro de 2021 mais de 20% da amostra tinha consultas de saúde mental em curso, pelo que Pedro Morgado salienta a importância das medidas de prevenção de comportamentos e monitorização dos comportamentos aditivos.

“São sempre mecanismos ‘desadaptativos’ de gestão do sofrimento”, afirma.

O estudo agora dado a conhecer faz parte de um projeto financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.

Os dados foram recolhidos em março e abril de 2020 e em fevereiro e março de 2021, sendo que em 2020 a amostra era constituída por 2042 pessoas das quais 624 pessoas responderam também em 2021.

Fonte: Lusa

Foto: @apho|unsplash

Esposende vai abrir concurso público para Instituto de Ciência e Tecnologia Marinha

Abril 21, 2021 em Atualidade, Ciência, Concelho, Educação Por barcelosnahorabarcelosnahora

A câmara de Esposende vai abrir um concurso público para o projeto do Instituto Multidisciplinar de Ciência e Tecnologia Marinha, uma parceria com a Universidade do Minho, divulgou hoje a autarquia.

Em comunicado, refere que a nova valência, que vai ser instalada na Estação Radionaval de Apúlia, terá uma “forte vertente de investigação” e “acolherá projetos de educação e formação, tendo, ainda, uma estrutura de incubação de empresas”, ganhando “mais amplitude” relativamente ao projeto inicial, apresentado em 2015.

A decisão de avançar com o concurso público foi anunciada no final de uma reunião entre a autarquia e a Universidade do Minho, na qual ambas instituições estabeleceram também “avançar com uma base efetiva de colaboração, tendo em vista a instalação do Centro de Divulgação Científica de Atividades Marinhas”, que ficará sediado no Forte de S. João Baptista.

Em 2015, município de Esposende e a academia estabeleceram um protocolo que contemplava a instalação de duas unidades dedicadas à investigação e tecnologia marinhas, decidindo agora “a inclusão da componente de ensino” ao inicialmente protocolado.

Segundo o texto, a decisão da autarquia em avançar com a abertura de um concurso público responde à inclusão do Centro de Valorização de Tecnologia (CVTMar), baseado em Recursos Marinhos, no mapeamento de infraestruturas tecnológicas nacionais da Agência Nacional de Inovação (ANI) o que, refere o texto, “confere reconhecimento acrescido ao projeto”

A autarquia realça que aquele mapeamento “está intrinsecamente alinhado com o anúncio recente de investimento na investigação e economia do mar no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência”.

Fonte: Lusa

Estudo mostra que quem bebe café tem melhor controlo motor e maior nível de atenção

Abril 20, 2021 em Atualidade, Ciência, Minho, Saúde Por barcelosnahorabarcelosnahora

Um investigador da Universidade do Minho (UMinho) concluiu que consumidores de café têm melhor controlo motor, maiores níveis de atenção e alerta e que a cafeína tem “benefícios na aprendizagem e na memória”, divulgou hoje aquela instituição.

Em comunicado, a UMinho aponta que o estudo, liderado pelo investigador do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS) Nuno Sousa e publicado na revista Molecular Psychiatry, “oferece uma perspetiva única nas mudanças estruturais e de conectividade que acontecem no cérebro de quem bebe café regularmente”.

O também presidente da Escola de Medicina da UMinho percebeu que, quando em repouso, quem bebe café com regularidade tem “um reduzido grau de conectividade em duas áreas do cérebro (conhecidas como precuneus direito e insular direito), indicando efeitos como uma melhoria no controlo motor e nos níveis de alerta (ajudando na reação ao estímulo) em comparação com quem não bebe café”.

A investigação encontrou “padrões de maior eficiência noutras áreas do cérebro, como o cerebelo”, consistente com efeitos “como a melhoria do controlo motor” e “uma maior atividade dinâmica em várias áreas do cérebro” a que se junta “uma notória melhoria” na aprendizagem e na capacidade de memória.

“Esta é a primeira vez que o efeito de beber café regularmente tem na nossa rede cerebral é estudado com este nível de detalhe. Fomos capazes de observar o efeito do café na estrutura e na conectividade funcional do nosso cérebro, bem como as diferenças entre quem bebe café regularmente e quem não bebe em tempo real. Estas conclusões podem, pelo menos em certa medida, ajudar a oferecer uma visão mecanicista para alguns dos efeitos observados”, explica no texto Nuno Sousa.

As diferenças no cérebro, observadas em quem bebe café regularmente, foram também notadas num grupo de pessoas que não bebem café após consumirem um copo daquela bebida: “Este indicador é surpreendente, demonstrou uma capacidade do café em impor mudanças em curtos períodos de tempo e torna o café o gatilho dos efeitos”, refere o texto.

A investigação usou uma tecnologia apelidada de ressonância magnética funcional (fMRI, na sigla inglesa) para comparar a estrutura e conectividade no cérebro de um grupo de pessoas que bebe café diariamente com a de um grupo de pessoas que não bebe café.

O projeto é apoiado pelo Institute for Scientific Information on Coffee.

Fonte: Lusa

Foto:@thepaintedsquare|unsplash

Bloco de Esquerda quer regulamentação da profissão de optometria

Setembro 8, 2020 em Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

O Bloco de Esquerda pretende o reconhecimento da optometria e da profissão de optometrista pelo Estado e que o acesso à profissão seja devidamente regulamentado. Esta foi a posição da deputada do Bloco de Esquerda à Assembleia da República, Alexandra Vieira, que, acompanhada pela dirigente local do BE, Sónia Ribeiro, visitou, na tarde desta segunda-feira, a Escola de Ciências da Universidade do Minho.



A razão para esta necessidade de regulamentação da profissão é, segundo Alexandra Vieira, a “proteção da saúde dos cidadãos que recorrem aos serviços destes profissionais”. “Atendendo ao número crescente de optometristas e ao aumento da procura dos serviços prestados por estes, a regulamentação da optometria é imperiosa para garantir a qualificação dos profissionais, a definição das competências, bem como para assegurar a qualidade dos serviços prestados”, referiu a deputada no final da visita.

A visita às instalações dedicadas à formação em Optometria e Ciências da Visão foi realizada pelo diretor do curso de Licenciatura, Professor Jorge Manuel Jorge, pelo coordenador do Laboratório de Investigação em Optometria Clínica e Experimental, Professor José González-Méijome, e pelo presidente da Associação de Profissionais Licenciados de Optometria, Raúl Alberto Sousa.

No encontro, foi possível perceber o forte investimento da Universidade nesta área, nomeadamente para a instalação de um laboratório que, segundo os responsáveis académicos, é dos mais avançados do país, e para a criação de uma clínica universitária que permitirá prestar serviços à comunidade escolar, pessoas carenciadas, IPSS’s, juntas de freguesias e escolas.

Esta visita permitiu, ainda, comprovar a excelência da formação ministrada na instituição, com o envolvimento de docentes e estudantes de pós-graduação em projetos de investigação internacionais na área da miopia, em que a Universidade do Minho é coordenadora desses grupos, e no desenvolvimento de novas técnicas e instrumentos.

O Departamento de Física leciona optometria desde 1989 e já formou mais de 1200 licenciados, 250 mestres e 30 doutores. Anualmente, são disponibilizadas 60 vagas para o concurso nacional de acesso, estando a frequentar a Licenciatura 150 estudantes, 48 o Mestrado e 30 o Doutoramento.

Fonte e foto: BE.

Plataforma Fibrenamics Green conquista lugar de Finalista do prémio europeu Regiostars 2020

Julho 10, 2020 em Atualidade, Economia, Educação, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Votos do público decorrem online até 15 de setembro

A plataforma internacional Fibrenamics Green, uma iniciativa do Centro para a Valorização de Resíduos da Universidade do Minho, conquistou o lugar de finalista na edição 2020 do Prémio Europeu Regiostars, uma iniciativa da Comissão Europeia. O reconhecimento privilegia o trabalho em rede que a plataforma dinamiza e que envolve as diferentes fases da criação de novos produtos – como o design, a engenharia e a criatividade – criados a partir do aproveitamento de resíduos de várias indústrias do Norte de Portugal.



Trata-se de um investimento apoiado pelo NORTE 2020, no contexto dos incentivos para a transferência do conhecimento científico e tecnológico, que concorre agora com mais quatro projetos europeus finalistas do Regiostars, na categoria “Economia circular para uma Europa verde”. O vencedor será decidido por um júri e conhecido a 14 de outubro, num evento público inserido na Semana Europeia das Regiões e Cidades.

Adicionalmente, a Fibrenamics Green concorre com os 25 finalistas das cinco categorias a concurso para o Prémio do Público. Os votos são abertos a todos os cidadãos e decorrem online em https://regiostarsawards.eu/.

O retorno do investimento e os bons resultados alcançados pelo Centro para a Valorização de Resíduos da Universidade do Minho levaram a que este projeto, que nasceu na Região do Norte, esteja agora a ser replicado nos Açores. Saiba mais sobre o Fibrenamics Green:

https://norte2020.pt/222160/fibrenamics-defende-que-o-lixo-de-hoje-sera-no-futuro-o-luxo-de-todos

O NORTE 2020 (Programa Operacional Regional do Norte 2014/2020) é um instrumento financeiro com uma dotação de 3,4 mil milhões de Euros de apoio ao desenvolvimento regional do Norte de Portugal. Está integrado no Acordo de Parceria PORTUGAL 2020 e tem como Autoridade de Gestão a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. Saiba mais em www.norte2020.pt.

Barcelense Fernanda Pereira ministra Seminário na Universidade do Minho

Julho 3, 2020 em Atualidade, Concelho, Economia, Educação, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

No próximo dia 15 de julho, entre as 17h00 e as 19h00, realiza-se o Seminário online “Registos e Notariado para as Empresas e Cidadãos – Alterações na fase pandémica”, organizado pela UMinhoExec – Executive Business Education, na Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho.



A preleção estará a cargo de Fernanda Pereira, Mestre em Solicitadoria, com Especialização em Contratos, pelo Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), Especialista em Direito Notarial e Registos Públicos pelo Centro de Estudos Notariais e Registais (CENoR). Assistente convidada do IPCA, na Unidade Curricular de Práticas Notariais e Registais, é autora do livro “A Titulação dos Negócios – Aspetos Jurídicos, Fiscais e Registais”.

Para aceder ao evento, basta clicar em https://www.uminhoexec.pt/eventos/seminario-registos-e-notariado-para-as-empresas-e-cidadaos-alteracoes-na-fase-pandemica/ .

Imagem: DR.

Câmara Municipal de Barcelos apoia o Banco Alimentar

Junho 29, 2020 em Atualidade, Concelho, Política Por barcelosnahorabarcelosnahora

A Câmara Municipal aprovou, na reunião de 26 de junho, o acordo de colaboração com a Associação de Recolha de Excedentes Alimentares (Banco Alimentar contra a Fome), que inclui uma comparticipação do Município no valor de 12.000,00€. Devido à pandemia do COVID-19 e consequente agravamento do cenário social, designadamente as dificuldades em assegurar as necessidades básicas de muitas famílias, o Banco Alimentar manifestou ao Instituto da Segurança Social a sua incapacidade logística e financeira na resposta a estas famílias, uma vez que o aumento de bens alimentares exige um maior número de equipamentos de refrigeração e de recursos humanos, situação que não estava prevista nos pressupostos iniciais do programa.



Nesse sentido, o Instituto da Segurança Social propôs que, num período transitório de quatro meses, fossem celebrados estes acordos de colaboração com a referida Associação.

Câmara Municipal vai mapear o setor artístico-cultural do concelho

Ainda na mesma reunião, a Câmara Municipal de Barcelos aprovou a implementação da plataforma “Mapeamento do Setor Artístico-Cultural”, tendo em vista o levantamento da comunidade artística barcelense através de uma plataforma digital de recolha de dados, como forma do Município promover e valorizar este setor e todos os seus intervenientes.

Esta iniciativa tem como objetivos: “recolher informação sobre os intervenientes nas diversas áreas da cultura; tratar os dados recolhidos para potenciais apoios e/ou contratações e candidaturas; conhecer de forma aprofundada a composição do tecido cultural e artístico barcelense; incentivar os artistas apoiando-os no seu processo criativo e encorajando-os à permanência no tecido cultural do concelho; reconhecer o trabalho desenvolvido em diferentes áreas culturais”.

O setor artístico-cultural será mapeado por áreas temáticas, nomeadamente artistas e outros agentes culturais, naturais ou residentes ou que exerçam atividades culturais regulares no concelho de Barcelos há pelo menos um ano, naturais do concelho de Barcelos que residam fora do concelho.

As áreas são as seguintes: música, teatro, dança, cinema/audiovisuais, fotografia/vídeo, stand up, magia, artes circenses, artes digitais, artes plásticas e visuais, outras com interesse cultura.

Para efeitos de inscrição será disponibilizado, oportunamente, o formulário adequado no site do Município.

Universidade do Minho oferece 2.000 viseiras

No âmbito da pandemia de COVID-19, a Câmara Municipal aprovou a aceitação de 2.000 viseiras de proteção individual, cedidas pelo Departamento de Engenharia da Universidade do Minho. Estes equipamentos serão distribuídos pelas instituições do concelho e de acordo com as necessidades do Município.

Outras deliberações

Ainda na mesma reunião, o executivo municipal aprovou seis contratos de desenvolvimento desportivo com desportistas e dez contratos de desenvolvimento desportivo com clubes do concelho, que incluem uma comparticipação financeira municipal no valor global de 32.800,00€.

Foram, também, aprovados os seguintes apoios: subsídios a cinco freguesias, no valor global de 57.905,00€; subsídios a dois agrupamentos escolares, no valor global de 11.272,00€; um subsídio à Associação Amigos de Barcelos e Remelhe D. António Barroso, no valor de 10.000,00€, como comparticipação nas obras de construção de capela para trasladação dos restos mortais do Bispo D. António Barroso; apoio à renda de 11 agregados familiares.

Fonte e foto: CMB.

Altice Portugal e Universidade do Minho unem-se no apoio à população

Março 30, 2020 em Atualidade, Economia, Educação, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Empresa tecnológica dota Centro de Medicina Digital P5 com novas tecnologias

Face ao atual momento que se vive no País e no Mundo, a Altice Portugal une-se ao Centro de Medicina Digital P5, um centro de prestação de Cuidados de Saúde online sediado na Escola de Medicina da Universidade do Minho, dotando-o de um conjunto de novas tecnologias desenvolvidas pela Altice Labs para benefício da população.



Dado o aumento da procura de informação sobre a pandemia COVID-19 nas últimas semanas, e face à consequente necessidade de reforçar a capacidade de atendimento telefónico do Centro P5, a Altice Portugal disponibiliza uma central de atendimento virtual, através de uma solução, desenvolvida pela Altice Labs – o Global Connect, que integra funcionalidades de comunicações unificadas para equipamentos fixos e móveis, disponibilizando ainda acesso a serviços cloud, e que visa assim permitir a criação de postos de atendimento a operar neste Centro.

O serviço de atendimento Help Desk, disponível para toda a população, tem como objetivo responder a questões sobre o COVID-19 e outros problemas de saúde. A adoção deste serviço vai permitir reduzir o recurso à linha de atendimento SNS24 em casos de menor urgência, assumindo-se como complemento a este centro telefónico, possibilitando ainda maior capacidade de resposta do mesmo.

Com o apoio de psiquiatras de todo o país, e em conjugação com o Programa para a Saúde Mental da Direção-Geral da Saúde, com a Ordem dos Médicos e com a Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental, o Centro P5 garante ainda um Serviço de Consultas de Psiquiatria gratuita por videochamada, “Cuidar de Quem Cuida”, destinado aos Profissionais de Saúde que se encontram ao serviço dos portugueses, na linha da frente do combate a este surto.

A marcação de consultas deste serviço é desenvolvida pelo Centro de Computação Gráfica da Universidade do Minho e pela Altice Portugal e integra a solução de telemedicina Medigraf, desenvolvida pela Altice Labs, para a realização de consultas online e gestão de fichas clínicas.

O Centro de Medicina Digital P5 é uma unidade que utiliza tecnologias digitais para monitorizar e melhorar a saúde das populações, complementando a rede nacional de cuidados primários e hospitalares. Atualmente, face ao surto pandémico COVID-19, o Centro está a redirecionar a sua atividade para o apoio à população através de um serviço clínico digital de atendimento generalizado e gratuito.

O reforço destes serviços advém de um esforço colaborativo entre a Altice Portugal e a Escola de Medicina da Universidade do Minho numa altura particularmente difícil que o País atravessa e na qual a solidariedade é vital para ultrapassar a crise que se está a enfrentar.

Imagens: DR.

Debate sobre política regional e fundos europeus e o seu impacto na região do Minho

Outubro 17, 2019 em Atualidade, Concelho, Cultura, Educação, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Sessão terá lugar no auditório 1.01 da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, esta sexta-feira, pelas 11h30

O Centro de Informação Europe Direct Minho (CIED Minho) do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), em parceria com o Centro de Estudos em Direito da União Europeia da UMinho (CEDU-JUSGOV) e o Centro de Investigação em Ciência Política da UMinho (CICP), apoiado pela Representação da Comissão Europeia em Portugal e pela Direção-Geral da Política Regional da Comissão Europeia (DG-REGIO), promovem, no dia 18 de outubro, pelas 11h30, no auditório 1.01 da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho o debate “30 anos de Política Regional: o impacto na região do Minho”.



O principal objetivo deste evento é “promover a consciencialização da importância da política regional e dos fundos europeus junto dos cidadãos, bem como apresentar linhas de orientação das perspetivas futuras da política de coesão para o próximo quadro financeiro plurianual”, refere a organização.

Fazem parte do painel de oradores, Zuzana Gáková, da Comissão Europeia, Alessandra Silveira, CEDU/JUSGOV, e Sandra Fernandes, CICP/UMinho.

“Com esta ação, pretende-se uma conversa com caráter informal onde os oradores possam falar abertamente sobre a política regional e os fundos europeus e o seu impacto na região do Minho”, conclui.

O evento é gratuito.

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