Tag archive

Vítor Oliveira

Dedicada ao Mister Vítor Oliveira!

Dezembro 3, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Lucy Santos

Olá a todos os leitores do BnH.

Antes de mais, e como já todos sabem, quero dar uma palavrinha sobre o Mister Vítor Oliveira. Quem fala dele, associa logo ao “Rei das Subidas”, ao homem de sucesso que é. Quem gosta de futebol, gosta de futebol e gosta de Vítor Oliveira! Treinou a nossa equipa o ano passado. Era um senhor. Era, não, é! É um senhor do futebol que sabe falar e diz tudo, educadamente, mas diz. Não deixa por dizer. Como pessoa, é super acessível, simpática, frontal. É difícil de acreditar, mas já não está entre nós. A todos os familiares e amigos, endereço os meus sentimentos e que chegue aos vossos corações muita força.



Quanto ao Gil, houve mudanças. Ricardo Soares substituiu Rui Almeida na paragem das competições. Arrancou na semana seguinte, para a Taça de Portugal, num jogo com o Oleiros. O Gil Vicente passou à próxima fase, mas o Oleiros foi quem mandou no jogo. O Gil Vicente queria entrar no jogo, mas teve bastantes dificuldades para criar oportunidades de golo. Ia valendo Denis para segurar o jogo. Depois dos 90m, fomos para prolongamento e, aí, já começámos a criar algumas oportunidades, mas o jogo só ficou decidido nas penalidades, valendo a defesa de dois penáltis, por Denis. Seguimos em frente na Taça em jogo sofrido.

Voltámos ao campeonato. E voltámos ao nosso estádio. O nosso adversário era o Rio Ave. O momento do jogo? Sem dúvida, a homenagem a Vítor Oliveira no início do jogo. Antes do minuto de silêncio, os dois capitães de equipa, Rúben Fernandes e Filipe Augusto, colocaram uma coroa de flores e uma camisola dos dois emblemas no centro do relvado. Foi um momento bastante emocionante.

O Rio Ave entrou a mandar no jogo, mas o Gil manteve-se bem organizado e fechado, a dificultar o acesso à baliza. O Gil Vicente adiantou-se no marcador com um erro de Filipe Augusto, que acabou por acertar na própria baliza. O Rio Ave correu atrás do prejuízo, mas sem grandes sustos para Denis e chegámos, assim, ao intervalo com vantagem no marcador.

Na segunda parte, o Rio Ave teve mais posse de bola, mas o Gil Vicente esteve em contra-ataque. Valeu o Denis, com excelentes defesas, como já estamos habituados. Já em tempo de compensação, Lourency fez um golo, em arco, que ditou os 3 pontos para a equipa da casa.

Esta vitória foi importante. Primeiramente, dedicada ao mister Vítor Oliveira e, depois, para nos aliviar dos lugares de lá debaixo.

Próximo teste de fogo é já este sábado, com o Moreirense.

“Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer”: é isto!

Sábado sintam o Gil, façam-se ouvir nas redes sociais. Apoiem. O resto…Com vontade, vem.

Até sábado!

Por: Lucy Santos*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade da autora)

Seguimos Líderes

Dezembro 1, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Ricardo Moreira

Bem-haja, caros leitores do Barcelos na Hora.

Desta feita, não facilitámos minimamente para a Taça de Portugal, contra um adversário muito inferior, do Campeonato de Portugal, cumprimos e goleámos por 7-1!



Regressámos ao campeonato e voltámos a vencer.  Sporting Clube de Portugal 2 – 1 Moreirense FC. Vitória difícil, mas inteiramente justa. Extremamente ofensivos desde o apito inicial, com a defesa bem subida e os três avançados em linha com os defesas adversários.

Mas, com a equipa balanceada ofensivamente, um passe perfeito da equipa adversária para as costas da nossa linha defensiva, uma incursão rapidíssima, pela ala (Nuno Mendes vinha de lesão e passou ao lado do jogo), um corte na queima, um autogolo (Neto continua o elo mais fraco da defesa a 3 centrais, embora Feddal também se mostrou muito intranquilo neste jogo)! Eis que, aos três minutos de jogo, já perdíamos. Com o objetivo de marcar primeiro (o que traz tranquilidade e, que muitas vezes, desbloqueia este tipo de jogos) falhado, originava a necessidade de corrermos atrás do prejuízo.

Ao contrário do que poderia ter acontecido, a equipa continuou tranquila, confiante no seu processo de jogo. As oportunidades foram-se sucedendo e Sporar (sou dos que defendi que deve ser titular, mas fez, de longe, o seu pior jogo) ia falhando (não é, de todo, um goleador).

Foi preciso Pedro Gonçalves fazer de ponta de lança, aproveitando uma defesa incompleta do guarda-redes adversário, para chegarmos ao intervalo empatados.

O que era escasso, muito escasso, pois realizámos uma bela primeira parte, de futebol bem jogado, em que merecíamos já estar a vencer ao intervalo.

A segunda parte foi diferente.

O nosso ritmo de jogo baixou, o adversário encolheu o campo, confinando-se à sua metade. Imperou a batalha de meio-campo, onde Palhinha (tem sido uma enorme mais-valia) foi fundamental. Houve menos intensidade, mais passes errados, mesmo assim, nunca perdemos a tranquilidade na procura do golo da vitória.

Foi preciso, mais uma vez, “Pote” aparecer e resolver o assunto. Não foi à primeira, num chapéu soberbo que bateu na trave. Foi de seguida, num remate à entrada da área, onde, diga-se, foi mal batido o guarda-redes adversário. Mas fazia-se justiça no jogo. Depois, Rúben Amorim pôs “trancas na porta” e o adversário não criou uma única oportunidade de golo para tentar empatar o jogo.

Continuamos fortes, líderes com tranquilidade.

Como Barcelense, quero deixar aqui as minhas sinceras condolências a toda a Família e Amigos do Mister Vítor Oliveira, um Senhor do Mundo do futebol, que elevou o nosso Gil Vicente e a nossa Cidade de Barcelos a um patamar altíssimo e de muito Orgulho, na época transata.

Descanse em Paz, Campeão!

Desporto é Vida! Viva o Desporto com Respeito e Fair-Play.

Por: Ricardo Moreira*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade do autor)

Em memória de Vítor Oliveira, Gil Vicente FC vence Rio Ave FC

Novembro 29, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Vila-condenses homenagearam, igualmente, treinador que faleceu ontem

O jogo de hoje, no relvado do Municipal de Barcelos, foi marcado pela dor da perda de Vítor Oliveira (1953-2020), o homem, o marido, o pai, o amigo, o treinador…



Vítor Oliveira merecia uma homenagem de bancadas cheias e um imenso aplauso por tudo aquilo que fez em vida e que continuará a representar na nossa memória coletiva. O Barcelos na Hora deixa a sua sentida homenagem a Vítor Oliveira, sua família e amigos.

Até sempre, Mister!

Agora, vamos àquilo que fazia vibrar o mister…o jogo, propriamente dito.

Com arbitragem de Luís Godinho (AF de Évora), coadjuvado Rui Teixeira e Valter Rufo, com Rui Lima (AF Viana do Castelo) como 4º árbitro, o jogo contou com os seguintes alinhamentos de equipas:

Gil Vicente FC – Denis, Rúben Fernandes, Rodrigo, Ygor Nogueira, Claude Gonçalves (Vítor Carvalho, 85’), Lucas Mineiro (Henrique Gomes, 94’), João Afonso, Joel Pereira, Lourency, Renan Oliveira (Léautey, 58’) e Samuel Lino (Miullen, 85’). No banco ficaram Daniel Fuzato, Boubacar Hanne, Fujimoto, Leandrinho e Ahmed Isaiah.

Rio Ave FC – Kieszek, Costinha (Jambor, 71’), Borevkovic, Aderllan Santos, Pedro Amaral, Lucas Piazón (Bruno Moreira, INT), Pelé (Meshino, 71’), Filipe Augusto (Francisco Geraldes, 70’), Carlos Mané, Diego Lopes e Gelson Dala. No banco ficaram Léo Vieira, Tarantini, Ronan, Gabrielzinho e André Pereira.

O inicio ficou marcado com muita emoção e sentimento, com as equipas a perfilarem-se em redor do circulo central do terreno (foto de destaque) e os capitães de ambas as equipas a encaminharem uma bonita coroa de flores, trazida pelo clube vila-condense até ao meio campo, onde foi realizado um minuto de silêncio em memória de Maradona, Reinaldo Teles e, principalmente, de Vítor Oliveira, que treinou o Gil na época transata, para além de noutros dois momentos da sua extensa carreira.

Ramo e camisola assinada, entregues pelo Rio Ave FC (Foto: Márcio Fernandes)

A imagem de Vítor Oliveira manteve-se no ecrã do estádio durante o minuto de silêncio e a equipa barcelense trajou com uma braçadeira preta no braço esquerdo, em homenagem ao “Rei das subidas”.

O início de jogo foi equilibrado, com os primeiros 15 minutos a serem disputados por ambas as equipas no miolo do terreno.

O Gil Vicente FC entrou melhor, com um autogolo de Filipe Augusto (Foto: BnH)

Aos 18 minutos, o Gil Vicente inaugura o marcador com a ajuda de um opositor. Lucas Mineiro desmarcou Lourency, que, no interior da área do Rio Ave, foi à linha de fundo, cruzou rasteiro e Filipe Augusto, na tentativa de corte, acabou por marcar na própria baliza.

Vila-condenses foram à procura do empate, mas a defesa gilista foi dando conta do recado (Foto: BnH)

Após o golo Gilista, o Rio Ave tentou reagir e subiu no terreno, mas o Gil Vicente, com contra-ataques perigosos, ia colocando os vila-condenses em sentido. À passagem da meia hora, os gilistas passaram a pressionar o Rio Ave à saída do seu meio campo, causando problemas de construção aos forasteiros. 

Ao intervalo, o marcador apontava a vantagem de 1-0 para os gilistas (Foto: BnH)

Ao intervalo, o marcador apontava o Gil Vicente em vantagem pela margem mínima: 1-0.

No segundo tempo, o Gil Vicente iniciou forte e, aos 46 minutos, poderia ter aumentado a vantagem, através de Lucas Mineiro, que aproveitou uma perda de bola do Rio Ave e rematou muito perto da baliza defendida por Kieszek.

O Rio Ave FC tentava o golo e o Gil Vicente FC apostava no contra-ataque (Foto: BnH)

Dois minutos volvidos, o Rio Ave dispôs de uma grande oportunidade de golo. Numa perda de bola infantil da defensiva gilista, os vila-condenses chegaram mesmo a mandar a bola ao poste da baliza de Denis.

Rio Ave FC não conseguia empatar o jogo (Foto: BnH)

Aos 56 minutos, um canto batido por Gelson Dala, da direita, causou calafrios à equipa gilista, uma vez que a bola andou perdida em ressaltos à entrada da pequena área gilista.

Aos 71 minutos, foi a vez de Denis provar que não estava lá apenas para assistir ao jogo e fez uma defesa tremenda, na resposta a um livre batido de forma exímia por Filipe Augusto. Pode dizer-se, mesmo, que levava selo de golo.

O perigo rondou a baliza gilista, mas foi o Gil Vicente FC quem “matou” o jogo (Foto: BnH)

Aos 81 minutos, Denis volta a aquecer as luvas, desta feita com um remate forte de Jambor, mas o guardião segurou a bola sem dificuldade.

O Rio Ave foi pressionando até ao final da partida para tentar chegar ao empate, foi tirando alguns cruzamentos, mas a defensiva gilista foi sacudindo o esférico.

Mas o momento do jogo chegou aos 90+4, quando Lourency rematou de fora de área, muito colocado, em que a bola entrou no ângulo da baliza de Kieszek.

Jogo bem disputado, com vitória dos gilistas, que já não venciam desde a 2ª jornada (Foto: Márcio Fernandes)

O Gil Vicente, que já não vencia desde a 2ª jornada do campeonato, voltou a vencer, desta feita na 8ª jornada. Agora soma 8 pontos na classificação e encontra-se no 11º lugar (provisório) da classificação. Na próxima jornada vai deslocar-se a Moreira de Cónegos para defrontar o Moreirense, no próximo sábado, dia 5 de dezembro, pelas 15h30.

Fotos: BnH e Márcio Fernandes.

Histórico treinador Vítor Oliveira falece durante caminhada matinal

Novembro 28, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Treinador com lugar na história do Gil Vicente FC deixa-nos aos 67 anos

A hora do almoço de hoje, dia 28 de novembro, trouxe uma notícia que ninguém gosta de tomar conhecimento. Na mesma semana em que Diego Maradona e Reinaldo Teles, duas figuras do futebol, o “mundo do futebol” tornou a ficar chocado com o falecimento de Vítor Oliveira, o “Rei das Subidas”, somando 11 no total, numa carreira de quatro décadas.



Subiu Paços de Ferreira (por 2 vezes), Académica, União de Leiria, Belenenses, Leixões, Arouca, Moreirense, União da Madeira, Chaves e Portimonense.

Vítor Oliveira tinha uma grande ligação a Barcelos, tendo orientado o Gil Vicente FC em três ocasiões: entre 1992/1993 e 1994/1995; entre 2001/2002 e 2002/2003; e, finalmente, na época passada, tendo sido o seu último clube antes da ida para “ano sabático”.

Hoje, deixa-nos após, segundo relatam vários órgãos de comunicação social, uma caminhada matinal na zona de Angeiras, onde residia. Ter-se-á sentido mal e acabou por falecer.

Gil Vicente FC fecha a época com empate a 3 frente ao FC Paços de Ferreira

Julho 25, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Jogo marca a despedida de Vítor Oliveira e de alguns jogadores

Disputou-se ontem o último jogo desta Liga NOS para o Gil Vicente FC e FC Paços de Ferreira, no Estádio Cidade de Barcelos, com o empate a 3 golos a constar no marcador após o término da partida



Com arbitragem de Iancu Vasilica (AF Vila Real), auxiliado por Bruno Trindade e Tiago Mota, com Fábio Melo (AF Porto), o jogo contou com os seguintes alinhamentos:

Gil Vicente FC – Denis, Alex Pinto (Fernando Fonseca, 81’), Rodrigo, Ygor Nogueira e Rúben Fernandes (Edwin Vente, 83’), Soares (João Afonso, 64’), Kraev (Vítor Carvalho, 81’), Claude Gonçalves e Rúben Ribeiro, Samuel Lino (Lourency, 64’) e Hugo Vieira. No banco ficaram Bruno e Ahmed Isaiah.

FC Paços de Ferreira – Marco Ribeiro (José Oliveira, 89’), Bruno Santos, Marco Baixinho, Maracás e Reabciuk, João Amaral (Luiz Carlos, 89’), Stephen Eustáquio, Pedrinho (Diaby, 66’) e Adriano (Uilton, 74’), Matchoi (Hélder Ferreira, 66’) e Douglas Tanque. No banco ficaram André Micael, Bruno Teles, Welthon e Vasco Rocha.

Este jogo marcou a despedida do treinador Vítor Oliveira do comando técnico do Gil Vicente FC. O técnico matosinhense, que esta época regressou aos gilistas, pela terceira vez, para o regresso do Gil Vicente à Primeira Liga pela via administrativa devido à decisão judicial do “caso Mateus”. Vítor Oliveira tinha a espinhosa missão de construir uma nova equipa para os gilistas, que teve de se readaptar dos distritais para a realidade da principal competição do futebol nacional, com o plantel praticamente construído do zero.

O jogo começou calmo e com as duas equipas as estudarem-se mutuamente. A primeira oportunidade de golo foi para os forasteiros. O Paços de Ferreira, por intermédio de Pedrinho, num livre direto, a obrigar Denis a uma grande defesa para canto. Na sequência do lance, o Paços chega ao golo, aos 10 minutos de jogo. Canto batido por João Amaral, da direita, e o cabeceamento de Maracás para o primeiro golo do jogo.

O Gil respondeu aos 15 minutos com o golo do empate. Livre batido da direita, por Rúben Ribeiro, e Rodrigo, também de cabeça, a colocar a bola no fundo da baliza pacense, sem qualquer hipótese para o guarda-redes Marco Ribeiro.

E aos 21 minutos, o Gil chega mesmo à vantagem. Contra-ataque rápido, com Rúben Ribeiro a conduzir a bola da esquerda para o meio, a driblar um adversário e rematar para defesa do guardião Marco, mas na recarga, Kraev cabeceou para o 2-1.

Pouco depois, o Paços chega novamente ao empate, aos 28 minutos, por Douglas Tanque, que aproveitou um passe vindo da direita para “fuzilar” a baliza de Denis.

Até ao intervalo, o jogo foi divido, mas bastante disputado por ambas as equipas e o resultado ajustava-se.

O Paços entrou forte no segundo tempo e, aos 48 minutos, marcou numa jogada rápida sobre a esquerda, Tanque cruza a meia-altura para João Amaral, que falha a finalização à boca da baliza, mas no ressalto, a bola sobra para Matchoi, que rematou forte e colocou o Paços de Ferreira na frente do marcador.

O Gil respondeu com uma jogada de insistência de Lourency, acabadinho de entrar. Este rematou ao poste da baliza do Paços de Ferreira.

Aos 68 minutos, o Gil chega mesmo ao empate. Canto batido da esquerda por Rúben Ribeiro, Rodrigo cabeceia ao primeiro poste e Lourency, que entrou na partida a todo o vapor, emendou, “à boca da baliza” restabelecendo o empate a 3 bolas.

O jogo voltou a estar dividido, com o Gil a ter uma ligeira vantagem nas despesas de jogo, mas o resultado não mais se alterou até final.

Final de época para o Gil Vicente FC que, não será descabido dizer, ultrapassou todas as melhores – e reais – expectativas, batendo mesmo o seu recorde de pontos: 43, fechando o top-10 da classificação final.

Agradecemos a todos os nossos leitores por acompanharem estas nossas reportagens sobre a prestação do Gil Vicente FC na Liga NOS 2019/2020.

Vítor Oliveira: a melhor e a mais acertada contratação desta época

Abril 10, 2020 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo, Opinião Por barcelosnahorabarcelosnahora
Lucy Santos

Olá a todos os leitores do BnH!

Espero que todos os leitores se encontrem bem, dentro dos possíveis.

O campeonato está parado, mas venho cá trazer-vos alguma ideias.



O Gil Vicente, esta época, teve uma tarefa difícil logo ao começar, com uma equipa toda nova e adivinhavam-se tempos difíceis e de incertezas de uma época que poderia dar para o bem ou para o mal. Não é fácil criar uma equipa de raiz, mas a direção foi buscar, talvez, a grande contratação desta época e que, até agora, fez tremer os grandes e quase que já temos a manutenção garantida.

Falemos, então, da nossa equipa.

Temos 4 guarda-redes: Denis, Wellington, Bruno e Brian. Estes dois últimos não jogaram qualquer jogo, nem no campeonato, nem em jogos das Taças. O Bruno ainda foi opção para Vítor Oliveira nos jogos de pré-época, mas não passou disso. O Brian é um dos nossos da formação Gilista e, na época passada, foi uma figura de destaque dos juniores e talvez se o Gil Vicente tivesse feito os sub-23, estaria lá. Nesta época, o Brian precisaria de minutos para se mostrar, mas não conseguiu ganhar lugar na equipa. O guarda-redes suplente, Wellington, jogou apenas 2 jogos na Taças. Na minha opinião, o jogador começou a época bem, transitando do CNS para a equipa principal, defendeu um penalty nas Aves e deu moral a uma equipa de incerteza para o início de campeonato. Porém, depois disso, apenas jogou contra o Portimonense para a Taça, não sendo mais opção para Vítor Oliveira. Denis chegou e ficou, jogando todos os jogos na I Liga e mais 4 nas Taças. Veio do Brasil e depressa se impôs na equipa; um jogador que mostra segurança na baliza, rápido entre os postes, bom na saída das bolas. Temos guarda-redes para a próxima época, sendo que tem mais um ano de contrato. Isto se não aparecer uma outra proposta. Podemos dizer que a nossa baliza, neste momento, está salvaguardada.

Para a próxima época, será fundamental continuar a contar com Denis; como segundo guarda-redes o Wellington e, quem sabe, se o Gil Vicente formar uma equipa sub-23, Brian será a melhor opção para se começar a mostrar.

Passamos agora aos defesas do Gil Vicente.

Estamos em nono lugar da melhor defesa do campeonato, com 29 golos sofridos em 24 jogos. Acho que a nossa defesa tem estado bem e correspondido às expectativas.

Temos em posição de destaque, e o mais experiente dos defesas e também do plantel, o nosso capitão Rúben Fernandes, um jogador experiente, competente, conhecedor da I Liga e da total confiança de Vítor Oliveira. O destaque menos positivo da defesa, na minha opinião, vai para Arthur Henrique, um jogador que ainda não se conseguiu impor. É um jogador bom tecnicamente, mas sente bastantes dificuldades em defender.

Falemos, então, do meio campo, talvez o setor que terá de ser o mais equilibrado para levar a equipa até ao campo do adversário.

Poderia destacar um jogador, mas estaria a ser incorreta com os restantes. E ainda bem que assim o é! Quer dizer que temos um meio campo de qualidade. Posso destacar Kraev, não podia deixar de ser, pelas suas exibições que têm vindo a melhorar jogo após jogo, apesar de que, inicialmente, me fazia um bocado de confusão o querer de Kraev estar em todo o lado e de querer ir a todas as bolas rapidamente. Aos poucos, tem sido melhor e não lhe podemos tirar os holofotes. A meio campo tenho, também, de destacar Soares, outro jogador experiente, da confiança do nosso Mister, trabalhador e competente; é uma mais valia no nosso clube.

Apesar de ter jogado pouco, Vítor Carvalho chegou, marcou dois golos e deu um importante empate fora de casa ao nosso clube, ficando aqui uma mensagem de Vítor Oliveira como sendo “uma promessa de futuro”. Um pouco mais aquém, mas que chegou e mostrou para o que veio, foi Rúben Ribeiro. Chegou e mostrou que tem lugar na equipa, mas uma lesão, ao fim de dois jogos, ditou que só voltasse a dois jogos do fim, mas bastante enferrujado.

Não vejo um jogador que se destaque pela negativa a meio campo e isso mostra que a equipa tem potencial e que a meio campo estamos equilibrados.

Os avançados são a posição que nos fazem gritar pelos golos, mas que também nos faz logo apontar o dedo ao jogador por não ter arriscado o passe.

O destaque vai, sem dúvida, para Sandro Lima, o nosso melhor marcador. Se existe jogador que merece é, sem dúvida, ele. Joga muito e dá dinâmica à equipa. Segura bem a bola, faz passes certeiros quase sempre para o colega que está melhor posicionado, consegue fechar espaços, “obriga” a equipa a subir. É, sem dúvida, um jogador completo. O jogador avançado que merece o meu destaque negativo foi, sem dúvida, Romário Baldé. Neste momento, este jogador já não veste as nossas cores.

Diante de toda esta pandemia, os jogos foram suspensos e, quiçá, muito se fala, que talvez os jogos voltarão, mas à porta fechada, ou acabará assim. Na minha opinião, e talvez serei crucificada por isso, mas acho que o campeonato deveria terminar já. Sei que há muito dinheiro envolvido, e não só, mas não deveria de haver, nem subidas, nem descidas e nem, tão pouco, campeões. É uma situação inédita, mas toda esta situação assim o é. E não seria justo descerem equipas que ainda estavam a lutar pela permanência, nem tão pouco ditar campeões com tão poucos pontos de diferença para o segundo lugar. O nosso Gil Vicente, para já, estava bem, quase a conseguir a manutenção, por isso, para nós, qualquer decisão estaria bem. Excetuando, claro, outros assuntos de carácter financeiro que poderíamos perder.

Não posso acabar esta rubrica sem, antes, referir talvez a melhor e a mais acertada contratação desta época e que veio dar uma segurança e a experiência ao nosso clube. Estou a falar de Vítor Oliveira. Da maneira como começámos, com jogadores vindos um de cada equipa, sem se conhecerem, e o querer e a ansiedade pela permanência na I Liga, ditaram que o Gil Vicente fosse buscar, talvez, o melhor treinador da I Liga e que fez com que chegássemos a esta jornada com estes pontos e esta tranquilidade. Se eu pudesse pedir um treinador para a Primeira Liga para a próxima época, seria, sem dúvida, o Mister Vítor Oliveira. Talvez esta era será de mudança e, quem sabe, se o Gil Vicente ainda não dará muito que falar? Teremos que ter as pessoas certas, no sítio certo. E o treinador já está!

Se para o ano tivermos este treinador e uma cidade unida, teremos (quase) tudo para termos uma equipa em ascensão.

Somos Gil! 💖

Até isto tudo passar, fiquem em casa, cuidem de vocês e dos vossos!

Por: Lucy Santos*.

(* A redação do artigo de opinião é única e exclusivamente da responsabilidade da autora)

Gil Vicente derrotado em casa da “sensação” Famalicão

Outubro 31, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Más arbitragens levam Vítor Oliveira a ponderar sair

Em noite invernal, o Estádio Municipal de Famalicão recebeu, ontem (30 de outubro), mais um jogo a contar para a 9ª jornada da Liga NOS, com a “sensação” FC Famalicão a receber o Gil Vicente FC.



Sob arbitragem de Cláudio Pereira (AF Aveiro), coadjuvado por Bruno Trindade e Carlos Campos, com André Castro como 4º árbitro, o jogo contou com os seguintes alinhamentos de equipa:

FC Famalicão – Vaná, Lionn, Nehuén Pérez, Roderick, Centelles, Gustavo Assunção, Racic, Pedro Gonçalves (Guga, 69’), Diogo Gonçalves, Toni Martínez (Anderson Oliveira, 73’) e Fábio Martins (Patrick William, 83’). No banco ficaram Rafael Defendi, Ofori, Rúben Lameiras e Walterson.

Gil Vicente FC – Denis, Fernando Fonseca, Rúben Fernandes, Ygor Nogueira, Arthur Henrique (Erick, 71’), Henrique Gomes, Soares, João Afonso, Kraev (Lourency, 66’), Naidji e Baraye (Sandro Lima, 63’). No banco ficaram Bruno, Alex Pinto, Leonardo e Juan Villa.

O espanhol Toni Martínez abriu o marcador, aos 22 minutos da primeira parte, resultado com que se foi para intervalo. Com o jogo em aberto, na segunda parte, aos 80 minutos, o brasileiro Anderson Oliveira, que tinha entrado a substituir o espanhol, marcou o 2-0 para os da casa. O máximo que os gilistas conseguiram foi reduzir para 2-1, pelo brasileiro Sandro Lima, aos 90 minutos, a corresponder a um bom cruzamento e, à entrada da pequena área, não perdoou o guardião famalicense.

O jogo teve alguma polémica com a arbitragem, com o treinador dos gilistas, Vítor Oliveira, a ser expulso ainda na primeira parte (43’). Agastado com estas decisões, que considera erradas, que têm prejudicado o Gil Vicente FC, o treinador referiu que iria conversar com a Direção e aferir se continuaria à frente dos desígnios da equipa.

Com este resultado, o Gil Vicente FC fica na 15ª posição da tabela, à condição. Na próxima jornada, dia 03 de novembro, pelas 15h00, os gilistas recebem o CS Marítimo.

Vítor Oliveira, novo treinador gilista: “Temos pela frente um desafio muito grande”

Junho 1, 2019 em Atualidade, Concelho, Desporto, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Em entrevista à Gil Vicente TV, levada a cabo por Miguel Sá Pereira, o novo treinador do Gil Vicente FC, Vítor Oliveira, abordou o que pretende para o novo plantel gilista, para a nova realidade do clube barcelense, falou do seu passado e deixou um apelo aos sócios, simpatizantes e barcelenses em geral.



Vítor Oliveira já representou, noutros momentos da sua longa carreira, o Gil Vicente FC e isso pesou na sua decisão de aceitar treinar os gilistas. Essas duas passagens por Barcelos foram determinantes, por poder trabalhar onde gosta, algo que é muito importante quando se está a analisar as propostas que vão surgindo, na opinião do treinador. Outro motivo que o levou a aceitar este desafio foi poder treinar num “clube que há muito pouco tempo fazia parte do núcleo de clubes de 1ª divisão, daqueles clubes estáveis de 1ª divisão, para além de já o ter representado por duas vezes e que me marcou muito positivamente. É um regresso, não diria, às origens, mas é um regresso ao passado, que desejo, possa ser de sucesso porque temos pela frente um desafio muito grande, importantíssimo, não só para mim, para os jogadores, mas, fundamentalmente, para o clube”.

O histórico treinador vem para ajudar a recriar a identidade de 1ª Liga que o clube precisa. “O clube teve, durante anos, identidade de 1ª Liga. Era um clube perfeitamente sustentável em termos de 1ª Liga, já com muitas referências, que de um momento para o outro, e do nada, acabou por perder tudo isso. Fez uma ‘travessia longa do deserto’ e, agora, voltou à ‘luz da ribalta’. É evidente que essa passagem pelo deserto e esta volta rápida à luz da ribalta tem sempre os seus custos. Estamos aqui para tentar minimizar esses custos, para tentar, o mais rapidamente possível, ajustar e criar padrões de 1ª Liga para que possamos ser uma equipa que se possa manter por muitos e bons anos na 1ª Liga. Tarefa extremamente difícil, mas possível, com as pessoas que estão envolvidas em todo este projeto”.

Questionado sobre se seria este o maior desafio da sua carreira, Vítor Oliveira respondeu que pensa que “será o principal desafio da minha carreira. É um desafio tremendo. Muitos me disseram que não deveria assumir este risco. Mas alguém teria que assumir este risco, era precisa uma pessoa com muita experiência para assumir o risco que é constituir, praticamente, uma equipa nova. Transformar um clube que vem de uma época perfeitamente anormal, como a época passada. (…) É preciso mudar toda essa situação, rapidamente preparar uma equipa para jogar na 1ª Liga, um campeonato extremamente difícil. (…) Toda a estrutura tem que ser repensada, montada de novo, potencializada. Tudo isso tem os seus custos, demora o seu tempo e constitui um desafio extremamente difícil. O grau de dificuldade é tão elevado quanto aliciante e, provavelmente, foi essa situação que me seduziu a estar aqui, a dizer presente, a um pedido do Presidente do Gil Vicente, pessoa que muito prezo e que foi muito importante na minha carreira em tempos idos e não poderia responder de outra forma que não com a aceitação”.

O “objetivo é fazer uma equipa sólida”

Dizem os analistas e conhecedores que é nesta fase que se conquistam os grandes objetivos. Sobre o perfil do plantel que está a preparar, Vítor Oliveira salienta que estão “a definir um plantel, no plano teórico, que possa dar uma boa resposta em termos de 1ª Liga. Sabemos que não é fácil. Há equipas que têm tido uma continuidade grande na 1ª Liga e que vão formulando os plantéis com três, quatro, cinco jogadores, todos os anos, mas mantêm uma espinha dorsal que é extremamente importante. Isso não acontece com o Gil Vicente. Penso que o Gil Vicente será, até, caso inédito na nossa Liga. Penso que nunca aconteceu uma situação destas, de completa reformulação do plantel. Estamos a tentar conseguir e não é fácil, como é evidente. São muitos jogadores. Situações pontuais são fáceis de identificar e são fáceis de ir ao mercado e encontrá-las, até. Um plantel completamente novo é muito difícil de o fazer. Estamos atentos ao mercado, temos trabalhado muito. Os responsáveis por todo este trabalho não têm tido descanso. Já conseguimos alguns jogadores, vamos conseguir outros. Estamos a tentar misturar um plantel com jogadores experientes com alguns ainda em fase de formação, com outros que são novos, mas já com alguma experiência. Estamos a tentar misturar isto tudo por forma a conseguirmos o nosso objetivo que é fazer uma equipa sólida. O futebol é um desporto coletivo, onde a soma das individualidades é muito importante. Estamos a procurar as individualidades, que remem todos para o mesmo lado”.

Já tinha trabalhado com o Presidente do Gil Vicente FC, Francisco Dias da Silva, e esse facto contribuiu para aceitar este projeto. Para Vítor Oliveira, Francisco Dias da Silva “já deu provas mais do que suficientes, nos anos que esteve no futebol e fora dele, no Óquei. É uma pessoa competente, um dirigente de grande qualidade e consegue derrubar obstáculos com relativa facilidade. Para um treinador, ser suportado por uma estrutura comandada por Dias da Silva é sempre motivo de algum alento, de esperança e de confiança”.

“Todos os barcelenses vão corresponder”

A celebrar o seu 95º aniversário, sendo Barcelos o maior concelho de Portugal e o Gil Vicente FC o seu maior clube e este na 1ª Liga, será este o momento certo para os barcelenses dizerem presente? Para o treinador gilista, este é “momento certo, momento único e penso que todos os barcelenses vão corresponder. Todos eles sabem da injustiça que foi feita ao clube há uns anos atrás. Todos eles sabem da importância deste ano para o clube, da importância do clube para o desenvolvimento da cidade, a todos os níveis, e para o reconhecimento fora da cidade, do nome da cidade, dos símbolos da cidade, do seu crescimento. Por isso, penso que os barcelenses irão responder na plenitude e irão apoiar o seu clube, vão dizer presente, irão, de uma forma marcadamente bairrista, apoiar o seu clube nesta missão tremendamente difícil que vamos ter pela frente”, sendo que estão “sempre motivados para começar. As mudanças, normalmente, dão essa motivação e este desafio, que eu sei que vai ser um desafio absolutamente tremendo, vai ser um desafio para homens de ‘barba rija’, acaba por motivar mais, para que possamos enfrentar esta difícil tarefa com muita coragem, com muita determinação, com muita sabedoria e, fundamentalmente, com muito profissionalismo”.



Os adeptos podem ter um papel fundamental para o crescimento que a equipa e o clube têm que ter nos próximos anos? Vítor Oliveira afirma que “não podem…vão ter que ter. Este clube só pode crescer com o apoio dos seus adeptos. O campo do Gil Vicente foi sempre tradicionalmente difícil. Na 1ª Liga era um campo onde ninguém gostava de jogar e o apoio dos adeptos era sempre um fator que contribuía, enormemente, para a capacidade da equipa fazer uma oposição tão forte aos seus adversários. Nós contamos, esperamos, temos desejo que as pessoas apareçam em grande número, mas tenho quase a certeza que as pessoas irão corresponder, como corresponderam noutros anos. Penso que só, e apenas, a injustiça que foi feita ao clube, o sentimento de injustiça é que os afastou do apoio ao seu clube.

Entrando um pouco na intimidade no treinador, que não o queria ser na década de 80, olhando para o seu percurso e vê nele um orgulho enorme. “A minha ideia nunca foi ser treinador. Quando estava a acabar o futebol, faltava um ano para acabar engenharia eletrotécnica. A minha ideia era acabar o futebol, voltar à engenharia e seguir a via profissional ligada à engenharia. Surgiu um convite do Portimonense, na altura. Recusei na primeira fase, depois acabei por aceitar e em boa hora o fiz porque acabei por ter um percurso tremendamente positivo, que me marcou bastante, que me deu uma situação estável na vida, exatamente como me poderia dar a engenharia. E, fundamentalmente, estou naquilo que gosto. A minha grande paixão foi sempre o futebol e penso que foi uma boa opção, embora, na altura, não pensasse, minimamente, que pudesse enveredar por esta profissão”.

“O 12º jogador vai ser fundamental”

Quando foi divulgado como novo treinador do Gil Vicente, sentiu-se em Barcelos um carinho enorme dos adeptos, dos sócios, por si. Miguel Sá Pereira questionou-o sobre “que mensagem gostaria de deixar ficar para este momento de agregação?” Vítor Oliveira respondeu que “é muito importante. O 12º jogador vai ser fundamental. Nesta fase, com os obstáculos e desafios que o Gil Vicente vai ter pela frente, vamos precisar do 12º jogador, que nos irá acompanhar em casa e fora, por esses caminhos todos, pelos campos do nosso país. Vamos trabalhar com todo o profissionalismo que pudermos, com todo o conhecimento e sabedoria que pudermos transmitir ao plantel. Vamos exigir o máximo empenhamento e dignificação das camisolas do Gil. Vamos tentar tudo para lhes proporcionar grandes vitórias, grandes alegrias, para que eles possam sentir-se felizes a acompanhar o clube da sua terra”, ressalvando que será um “desafio tremendo, desafio terrível. Tenho consciência disso. Às vezes, as situações incómodas são as que nos fazem transcender, fazem-nos ir para além daquilo que nós pensamos que são os nossos limites, dão-nos alento, dão-nos coragem, dão-nos motivação e, se calhar, também foi à procura disso que vim até Barcelos”.

Manuel José Ribeiro vence Concurso de Fotografia Ambiental

Agosto 15, 2018 em Atualidade, Concelho, Cultura, Mundo Por barcelosnahorabarcelosnahora

Manuel José Ribeiro, com o trabalho “Luz ao fundo do rio” [Ndr: na foto de destaque], foi o vencedor do Concurso de Fotografia “Património Ambiental de Barcelos”, promovido pela Câmara Municipal de Barcelos.



O Vereador do Ambiente, José Beleza, entregou os prémios, esta terça-feira, dia 14 de agosto, nos Paços do Concelho, felicitando os vencedores e elogiando a qualidade dos trabalhos apresentados.

José Beleza e Manuel José Ribeiro

Vítor Oliveira arrecadou o segundo prémio com a fotografia intitulada “Preparando o voo de uma vida”. O terceiro lugar foi atribuído a Rui Filipe Duarte, que apresentou o trabalho “O Despertar”.

O Concurso de Fotografia “Património Ambiental de Barcelos” contou com 12 concorrentes, tendo cada um apresentado duas fotografias.



Os trabalhos dos concorrentes estiveram expostos ao público, entre 4 e 24 de junho, no âmbito da Semana do Ambiente, na Sala Gótica dos Paços do Concelho.

A temática do concurso foi o ambiente, onde se encaixavam diversos subtemas como o património natural e a biodiversidade do concelho de Barcelos, desde a sua fauna e flora, paisagens únicas, lugares desconhecidos, até qualquer elemento relacionado com energias, preferencialmente renováveis.

O concurso destinava-se a todos os munícipes de Barcelos, com exceção de profissionais de fotografia e design e de funcionários da autarquia.

José Beleza, Manuel José Ribeiro e Vítor Oliveira

A iniciativa teve como objetivo “consciencializar e sensibilizar a população para a defesa e valorização do património natural do concelho e promover o ambiente”, referiu o Município.

Fotos: CMB.

Ir Para Cima