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XI Jornadas Culturais de Balugães

XI Jornadas Culturais de Balugães começam na próxima sexta-feira

Agosto 2, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura, Desporto Por barcelosnahorabarcelosnahora

A partir de sexta-feira, dia 4 de agosto, e até domingo, a Freguesia de Balugães, e visitantes forasteiros, vão poder desfrutar das várias atividades que integram o programa das XI Jornadas Culturais da Freguesia.

Assim, já no dia 4, o programa inicia pelas 20h30, e contará com a abertura da Feira do Livro, seguida da abertura oficial das Jornadas. Pelas 21h00, inicia a peça de teatro, levada a cena pelo Grupo de Vozes Outonais. Segue-se a cerimónia de homenagem, a apresentação da revista e, pelas 22h00, o concerto do Coral Magistrói.

No dia seguinte, pelas 9h30, é a vez do desporto entrar na programação, com a caminhada para conhecer Balugães. Da parte da tarde, por volta das 15h00, começa o Torneio de Sueca. Durante a tarde ainda se realiza o percurso de orientação, com um peddy-paper. Já pela tardinha, dá-se um momento musical, com a Ronda da Ponte das Tábuas. Após a entrega dos troféus do Torneio de Sueca, haverá uma mostra gastronómica e, pelas 22h00, inicia a peça de teatro “A Boda dos Rabudos”, levada a cena pelo Teatro de Balugas.




O último dia das jornadas, dia 6 de agosto, inicia, tal como o anterior, com desporto, desta feita, com BTT, no Trilho de Balugães. Durante a tarde realizam-se jogos de futebol juvenil e de veteranos. Novamente pela tardinha, por volta das 19h00, a Ronda da Ponte das Tábuas abrilhanta o programa. Após esse momento, é a vez da sardinha assada e do caldo verde “entrarem no menu” destas Jornadas Culturais, que terminam com a apresentação do livro de fotografia “Bons Diabos”, de Paulo Alegria, levada a cabo pelo Teatro de Balugas, no Adro da Igreja Românica de São Martinho de Balugães. Aliás, esta apresentação já foi noticiada por este jornal.

Imagem: JFB.

Teatro de Balugas estreia peça “A Boda dos Rabudos”

Agosto 2, 2017 em Atualidade, Concelho, Cultura Por barcelosnahorabarcelosnahora

No próximo dia 5 de agosto, o Teatro de Balugas estreia, pelas 21h30, no auditório da Junta de Freguesia de Balugães, a peça “A Boda dos Rabudos”. A nova produção teatral integra a programação das XI Jornadas Culturais de Balugães – Barcelos.

A “Boda dos Rabudos” é um resgate financeiro familiar forjado pelo astuto do Romão Rabudo. A filha, a estudar em Lisboa, engravidou; o namoro com um político da capital parecia abafar a vergonha na aldeia, se não tivesse sido o marialva da terra, o Tone Rola, a bulir na moça! Diz o ditado “Quem parte e reparte e não fica com a maior parte, ou é tolo ou não tem arte” e o Rabudo velho engendra um plano: casar a rapariga, descasar, voltar a casar e alguém pagar o padre, o sacristão e a boda! O resgate funciona às “mil maravilhas”, o cheque ao portador é passado, mas o pior é mesmo o número de credores para dividir a quantia.

Esta é uma peça com texto original e direção artística de Cândido Sobreiro, com interpretações de Ana Magalhães, André Sobreiro, Aurélio Magalhães, Cândido Sobreiro, Cristina Faria, Cristiano Esteves, Diana Gonçalves, David Pereira, Davide Faria, Gilda Silva, Juliana Pereira, Matilde Esteves e Rui Pereira. A produção está a cargo de Diana Gonçalves, que, com Manuela Rosas, está, também, responsável pelos figurinos; na sonoplastia e luminotécnica estará Matilde Esteves; cenografia e carpintaria, David Pereira e Cristina Faria; esta última também está responsável pela fotografia; finalmente, no design está André Sobreiro | ID3.




Obviamente, uma peça destas necessita de apoios, tanto mais que a entrada é livre. Assim, o Teatro de Balugas conta com o apoio da Junta de Freguesia de Balugães, Município de Barcelos, Barcelos Cidade Educadora/Rede Territorial Portuguesa das Cidades Educadoras e Fundação INATEL. Como parceiros, tem a colaboração da ID3 – Design e Publicidade.

O Teatro de Balugas foi fundado em 2007, inspirando-se na cultura popular do Minho. “É teatro feito na aldeia, acreditando que o trabalho comunitário manterá viva a identidade desta, enquanto espaço de criação, numa luta contra o desaparecimento do mundo rural, da festa feita nas terras pelas gentes que contavam apaixonadamente as suas crenças, tradições e costumes, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem comunidades. É uma história de resiliência e continuidade, onde a cultura popular de gerações resiste nas mãos de um punhado de artistas anónimos que pisam o palco de balugas ou borzeguins, botas altas com atacadores, de onde deriva o topónimo da aldeia de Balugães”. (Teatro de Balugas)

Como referido antes, a entrada é livre mas limitada à lotação da sala.

Fonte e imagem: TB.

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